24 de nov de 2013

A Indústria da Morte Está Crescendo e se Transformando em um Flagelo Global


Homicídios, guerras, genocídios, abortos, infanticídios, eutanásia de adultos, suicídios assistidos, são todos formas de "mortes produzidas" direto do poço do abismo. "Todos os que me odeiam amam a morte." (Provérbios 8:36b). À medida que o mundo se afasta cada vez mais de Yaohu, o amor pela morte em muitas manifestações se torna cada vez mais aparente.
Definição de Morte Produzida: Quaisquer ações ou padrões de ações que direta ou indiretamente trazem, ou apressam a morte de uma pessoa, ou grupo de pessoas. A morte produzida inclui ações que vão da morte explícita, aberta, ou direta de outra pessoa, a muito escondidas e matar de forma indireta, que pode levar um longo tempo para realizar e pode ser muito difícil de rastrear; e pode incluir participação ativa ou silenciosa, em um conluio imperceptível." (Dr. Wolf Wolfensberger, em seu livro The New Genocide of Handicapped And Afflicted People)
A "indústria da morte" é agora um flagelo global. A Europa já avançou mais nesta estrada que os EUA, porém nos últimos dez anos houve uma rápida redução da distância de separação. Examinaremos o abismo moral em que um grande número dos profissionais da área médica caíram, o que torna o próximo Holocausto inevitável, e tão próximo que podemos ver seus contornos no horizonte, com o aparecimento do Anticristo. Veja o seguinte: para o Anticristo aparecer, dezenas de milhões precisarão morrer como sacrifícios humanos involuntários ao vindouro Homem do Pecado.
A gravura colorida abaixo é uma representação das muitas forças que trabalham em conjunto para produzir o Reinado do Anticristo — a Nova Ordem Mundial — e demonstra a importância dos sacrifícios cruentos para os Illuminati. Eles acreditam que o Cristo Maçônico deles só poderá aparecer quando sangue humano suficiente for derramado.
"Eu, Feiticeiro", a Organização da Nova Ordem Mundial.
Doc Marquis, em seu livro Secrets of the Illuminati, desenhou este Grande Selo da Nova Ordem Mundial, retratando as várias influências e organizações que estão ativamente envolvidas no ímpeto para a implantação da N. O. M. Tenha em mente que esse selo não é oficial; ele é simplesmente uma ilustração criada para retratar a natureza ocultista desse novo sistema.
Separe um tempo para ler uma explicação completa dos símbolos mostrados na gravura nos artigos curtosSeminario2, Selo1, Selo2, pois muitas de suas questões serão respondidas. Aqui, iremos nos concentrar apenas no sangue que precisa ser derramado como sacrifício humano de forma a permitir o aparecimento do Anticristo.
Das letras "I T C", de "Witch" (que significa "feiticeiro"), fluem linhas vermelhas de sangue, retratando o sangue humano que já fluiu e que ainda está planejado para fluir, de forma a permitir que esse sistema seja estabelecido e o Anticristo produzido. Observe que o sangue flui sobre e em torno dos "Illuminati". Todos os três fluxos de sangue são derramados sobre o altar satânico e caem do selo para o mundo. Os cristãos não devem se surpreender, pois muitas profecias bíblicas falam a respeito das terríveis perseguições e matanças durante o tempo da Grande Tribulação.
Observe o hexagrama sobre o qual o altar satânico está colocado. Como o hexagrama está envolto por um círculo, ele se torna um Alçapão Pega-Demônios, que agora sabemos que é o mais poderoso instrumento possível para conjurar um demônio para que ele seja forçado a fazer aquilo que o feiticeiro quer. Assim, temos Satanás representado na parte superior de todo o Plano da Nova Ordem Mundial (o Olho Que Tudo Vê) e na parte central (o Alçapão Pega-Demônios).
O Altar Satânico é altamente significativo. Sacrifício humano é requerido sobre esse altar, como são as abominações contra Yaohu de todos os tipos imagináveis. Marquis escolheu enfatizar esse ponto mostrando sangue humano derramado sobre o altar e mostrando a Cruz Invertida do Anticristo em uma de suas laterais. A importância dos Estados Unidos da América nesse plano insidioso é claramente representada pelos Dois Selos da Condenação. (Nota: A história do papel dos EUA nesse plano satânico para fazer aparecer o Cristo Maçônico é contada na série de DVDs intitulada Secret Mysteries of America's Beginnings, que pode ser adquirida na loja virtual da Cutting Edge. Sua compreensão será aprofundada com a verdade contida nesses DVDs, que receberam prêmios de excelência.
Quando você compreender a razão por que somente os EUA estão listados nesse diagrama organizacional da N. O. M., ficará pasmado. Você compreenderá por que Yaohu precisará julgar de forma extremamente severa esta nação, que foi cristã no passado.
Continue a leitura e prepare-se para obter uma compreensão chocante, à medida que nos aprofundarmos na incrível "indústria da morte" que está agora ocorrendo diariamente em todo o mundo.
Morticínio Mundial
Plano da Elite Global: "Tomar o controle do mundo... para reduzir... o mundo a um nível seguro por meio de um processo de escravidão e genocídio benevolentes... A única alternativa que restou à elite governante mundial foi aumentar a taxa de mortalidade... O Dr. Aurélio Peccei, do Clube de Roma... advogou que uma praga seja introduzida e que tenha o mesmo efeito que a Peste Negra na história." (Bill Cooper, em Behold a Pale Horse, págs. 49, 167; leia a resenha).
"Aumentar a taxa de mortalidade" é o toque da trombeta dos Illuminati! De fato, esses líderes olham para a morte — a sua morte, leitor — como sendo benéfica e necessária. Veja:
"Esse tipo de mudança está vindo rapidamente e é considerada por alguns como morte — terrível e a ser evitada, se possível. Ela é realmente morte, mas é benevolente e necessária... Para o progresso da alma do indivíduo e da alma da humanidade, a morte é inevitável, boa e necessária." (The Externalization of the Hierarchy, págs. 114-115).
Ambas essas citações prometem que a morte que afetará as massas humanas será do tipo "benevolente"!
Agora, vamos analisar matérias de notícias recentes que provam que os Illuminati estão perpetrando esse plano terrível de "aumentar a taxa de mortalidade".
  • "Como reportei, a HPAD (Healthcare Professionals for Change, ou Profissionais da Saúde a Favor da Transformação) foi organizada em 2010 para promover a legalização do suicídio assistido. Eles estão cada vez mais ativos e agora têm 520 membros (um número que representa 0,25% dos estimados 200.000 médicos que existem no país)... Os membros da HPAD foram quase certamente responsáveis por nove ações de eutanásia praticamente idênticas que foram apresentadas no encontro anual dos representantes da Associação Médica Britânica neste mês..."
  • "Este lance é parte de uma campanha maior que Dignidade na Morte (DID, de Dignity in Dying) está realizando ao longo do próximo mês, que levará a um lóbi endossado por celebridades no Parlamento, em 4 de julho. A HPAD foi criada sob os auspícios da DID e apresenta o logotipo desta última de forma proeminente em sua página na Internet.... O fundador do Foro Médico Secular, Michael Irwin, um clínico geral aposentado e Ex-Diretor Médico das Nações Unidas, foi também anteriormente chefe da Sociedade Eutanásia Voluntária (agora 'Dignidade na Morte') e é atualmente líder do controverso grupo pró-eutanásia Society for Old Age Rational Suicide (SOARS)."
  • "A SOARS usa os mesmos argumentos que a DID, porém tem uma agenda mais radical, acreditando que o suicídio assistido deva estar disponível para todos os idosos, sejam elas doentes terminais ou não."
Você entendeu a última frase? "... acreditando que o suicídio assistido deva estar disponível para todos os idosos, sejam eles doentes terminais ou não."
Esta é a posição a partir da qual o genocídio maciço inicia de verdade. Uma vez que um país estabeleça que os idosos que não estão doentes possam ser colocados para morrer, o governo rapidamente pode se intrometer no cenário e se tornar a autoridade que toma essa decisão de vida ou morte para os idosos saudáveis. O regime nazista rapidamente substituiu o indivíduo, ou um membro da família, que tomava essa decisão de morte, depois que a Alemanha definiu que os idosos saudáveis tinham o "direito de morrer"! 
Acredito que o termo era "vivendo vidas indignas de serem vividas"!
O quão perigosos esses médicos britânicos podem ser, uma vez que representam uma minúscula proporção dos médicos no país?
"Esses médicos constituem uma minúscula minoria dos médicos da Grã-Bretanha, mas estão determinados, são articulados e bem organizados. Eles rejeitaram o princípio sacramentado no Juramento de Hipócrates, na Declaração de Genebra e no Código Internacional de Ética Médica, que os médicos não devem matar seus pacientes."
Resumo da Notícia: "Promoção da 'morte com dignidade' em Massachusetts ganha nova força", amednews.com (American Medical News), 16 de julho de 2012.
"Aqueles que estão por trás do esforço de tornar Massachusetts o terceiro estado a aprovar uma lei que permita o suicídio assistido por um médico conseguiram assinaturas suficientes para colocar a questão em votação em novembro... Para ter o direito de receber a assistência para morrer, um paciente precisará ser residente em Massachusetts e avaliado por um médico como tendo menos de seis meses de vida. Depois de fazer uma solicitação oral e escrita, o paciente que procura a morte assistida por um médico terá de reiterar o requerimento 15 dias mais tarde, de acordo com o texto na proposta."
"O requerimento escrito precisará ser assinado por duas testemunhas, pelo menos uma das quais não deverá ser parente do paciente, não ter participação financeira nos bens do paciente e não possuir ou ser funcionário de uma clínica de saúde onde o paciente está sendo tratado. Após a requisição final, a prescrição não será dispensada por 48 horas. O médico que assiste o paciente precisaria encaminhá-lo para outro médico para confirmar o diagnóstico terminal e determinar que o paciente é mentalmente competente e está escolhendo livremente a morte apressada por um médico."
Neste ponto, o paciente está controlando sua própria morte. Parece que esta política protegerá qualquer pessoa de morrer quando ela não quer morrer. Mas, o perigo real está nas mudanças graduais que poderão ser feitas na política, até que o ponto seja atingido em que o paciente não será consultado e todos os funcionários que tomam a decisão da morte trabalhem para o governo. Este processo ocorreu exatamente assim na Alemanha, onde a eutanásia de adultos foi estabelecida originalmente nos mesmos termos que esta proposta de "Morte com Dignidade".
Entretanto, depois que Adolf Hitler tornou-se ditador, ele mudou radicalmente os procedimentos, tomando o controle do destino de uma pessoa de suas mãos e colocando-o nas mãos das autoridades e representantes do governo nazista. O termo operativo era "vida indigna de ser vivida". Cunhado originalmente para ser aplicado às pessoas que eram doentes terminais e cada vez mais incapazes de cuidar de si mesmas, o termo foi súbita e amplamente aplicado para matar qualquer um a quem o Estado Nazista quisesse matar. Não somente os judeus foram mortos com base nisso, mas as vítimas eram mortas simplesmente porque suas características faciais eram interpretadas por alguém como de aspecto distintamente judaico!Esta ladeira é muito escorregadia e os EUA estão descendo por ela, rumo ao abismo.
Este próximo artigo, uma coluna de opinião, compreende o perigo final representado pelo suicídio assistido por um médico.
Resumo da Notícia: "Cuidado com a ladeira escorregadia do 'suicídio assistido por um médico'", Herald News, 16 de julho de 2012.
"Uma das questões na urna de votação em novembro será a legalização do suicídio assistido, isto é, 'Morte com Dignidade', ou mais precisamente conhecido como suicídio prescrito por um médico. Não há dignidade no suicídio. Ele é uma tragédia terrível. Se essa iniciativa for aprovada, ela mudará nossa abordagem em relação aos doentes e moribundos neste estado de uma posição de compaixão e cuidado para uma posição de incentivar a autodestruição."
De fato, as pessoas saudáveis começarão a exigir que os doentes terminais simplesmente aceitem a necessidade de morrer e de liberar o caminho! Mas, quando pessoas saudáveis podem ser escolhidas como mortes necessárias para o bem coletivo, alcançamos o ponto do holocausto geral na Alemanha Nazista, um holocausto que assassinou cerca de 20 milhões de pessoas.
"Suicídio prescrito pelo médico é abandono de paciente. Um médico não precisará estar presente quando o paciente ingerir as drogas letais."
"Sancionar a finalização da vida humana é degradante. Se uma iniciativa de suicídio prescrito pelo médico se transformar em lei, os que não têm voz, os marginalizados em nossa sociedade, os pobres, os frágeis, os idosos, os doentes mentais, os deficientes físicos, os doentes terminais e os doentes crônicos serão os primeiros a sentirem a pressão para morrerem. Criar uma lei para o suicídio prescrito pelo médico é uma ameaça a cada um de nós e precisamos nos manter sempre vigilantes para garantir que esse tipo de lei não seja aprovada no nosso estado."
Esta última declaração é simplesmente chocante, pois os médicos sempre subscreveram ao Juramento de Hipócrates, que, em sua versão clássica, proíbe que um paciente seja morto, por qualquer razão. Vamos analisar esse juramento clássico:
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva. Conservarei imaculada minha vida e minha arte."
Se os antigos gregos compreendiam a natureza genocida do suicídio assistido por um médico", então por que o homem moderno está tão determinado a obter o poder de matar, em vez de curar? O argumento de permitir que os médicos ajudem as pessoas a morrer deriva de um ponto de vista autocentrado e iníquo; os proponente pró-morte argumentam que querem estar "no controle" de suas próprias mortes. Entretanto, a Bíblia diz que os cristãos devem permitir que Yaohu tenha o controle total sobre nossas vidas e nossa morte; de fato, toda a nossa vida, após nossa salvação, deve estar centrada em Yaohu e no que Ele quer para nossa vida. Esta deve ser nossa atitude ao nos aproximarmos da morte; nossa morte deve ser colocada nas mãos de Yaohu.
Estes artigos são chocantes em suas implicações morais para as atitudes desta nação em relação à santidade da vida humana. Tradicionalmente, o povo americano sempre aderiu ao ponto de vista cristão, o padrão que diz que toda vida humana é dada por Yaohu e somente Ele pode finalizá-la. O povo americano nunca aceitou o ponto de vista que alguém mais, independente do quão "sincera" possa ser, possa decidir quando e como uma pessoa tenha sua vida finalizada. Assim, esta informação representa uma tremenda mudança nas atitudes morais de uma proporção significativa dos enfermeiros norte-americanos.
Acreditamos que neste fim dos tempos, um espírito demoníaco esteja percorrendo o globo, com o objetivo de colocar o Cristo maçônico na cena internacional e implementar sua visão de erradicar dois terços da humanidade. Adolf Hitler foi um tipo do Anticristo, controlado por um espírito demoníaco que percorreu a Alemanha de 1890-1945, produzindo o Holocausto Nazista em que cerca de 20 milhões de "pessoas depreciadas" foram sistematicamente assassinadas.
Entretanto, ainda há mais, muito mais do que esse foco moral, por mais importante que ele possa ser. Vejo duas questões muito importantes da Nova Ordem Mundial em operação:
1. As atitudes dos enfermeiros individuais são muito similares às atitudes dos enfermeiros alemães de 1920-1935, atitudes que permitiram a Adolf Hitler iniciar o Holocausto.
2. Esta matéria de notícias ilustra o quão eficaz tem sido o Plano das Seis Etapas da Mudança de Atitudes, neste caso, em modificar a tradicional visão do povo americano em relação à eutanásia de adultos.
Vamos agora examinar o Ponto 1 acima. "As atitudes dos enfermeiros individuais são muito similares às atitudes dos enfermeiros alemães de 1920-1935, atitudes que permitiram a Adolf Hitler iniciar o Holocausto." Já demonstrei repetidamente em outros artigos que os EUA estão liderando o mundo no caminho para a Nova Ordem Mundial, um sistema totalitário de governo, de economia e de religião, exatamente como o sistema que Hitler estabeleceu de 1933-1938. Como isto é verdade, é muito significativo que uma expressiva proporção dos enfermeiros e médicos deste país tenham chegado ao mesmo ponto de vista moral em relação aos seus pacientes que os enfermeiros e médicos alemães tinham antes de Hitler chegar ao poder (1920 a 1933).
Usaremos citações de um livro intitulado Nazi Doctors: Medical Killings and the Psychology of Genocide, de Robert Jay Lifton, publicado em 1986.
O Dr. Lifton fez uma chocante descoberta quando investigou o Holocausto: A campanha maciça de assassinatos, que durou sete anos e erradicou 18 milhões de pessoas, incluindo seis milhões de judeus, foi dirigida, desde o início até o fim, por médicos alemães. (pág. 4) Antes dessa descoberta, o Dr. Lifton considerava a participação da comunidade médica alemã limitada somente às infames "experiências" médicas, que receberam muita publicidade. Mas, o Dr. Lifton fez outra descoberta: Sem a participação dos médicos e enfermeiros no Holocausto, Hitler nunca teria conseguido matar tanto quanto matou!
Como isso foi possível? Como pôde a Alemanha de Martinho Lutero, o reformador cristão, tornar-se a Alemanha de Adolf Hitler, o louco? Eram os enfermeiros e médicos que serviram Hitler loucos também, ou demoníacos? A resposta do Dr. Lifton, após entrevistar muitos deles foi: "Não, eles não eram demoníacos" (pág. 5). O fator mais preocupante para o Dr. Lifton, era que eles eram pessoas bem comuns. O Dr. Lifton concluiu: "... pessoas comuns podem cometer atos demoníacos." (pág. 5) O Dr. Lifton mais tarde descreveu essa terrível situação de outro modo: "Repetidamente, neste estudo, descrevo homens banais realizando atos demoníacos... Meu objetivo neste estudo é descobrir as condições psicológicas que contribuem para o mal." (pág. 12).
O Dr. Lifton descobriu que a crônica desta terrível história começou muitos anos antes de Hitler chegar ao poder em 1933. Em 1883, Sir Francis Galton, autor de Hereditary Genius (1869), cunhou o termo "Eugenia" para denotar o princípio de aprimorar um grupo biológico com base no valor hereditário ostensivo..." (pág. 24). Em todo o mundo ocidental, muitos médicos discutiram os prós e os contras relativos da Eugenia. Muitas pessoas foram esterilizadas de acordo com a Eugenia. Mas, o Dr. Lifton observa: "somente na Alemanha Nazista a esterilização foi uma precursora do assassinato em massa... a versão alemã da Eugenia tinha uma característica entonação de excesso romântico, como na declaração anterior de Lenz (1917)... que 'a raça era o critério do valor', e 'o Estado não existe para garantir que o indivíduo receba seus direitos, mas somente para servir ao Estado'. Lenz compreendia que sua defesa era a do 'socialismo orgânico' e temia que, sem um projeto radical de Eugenia, 'nossa raça nórdica estará condenada à extinção'." (pág. 24).
Mas, por mais terrível que fosse a esterilização, ela era apenas a ponta do iceberg. O precursor realmente efetivo para o Holocausto foi a ênfase na Alemanha sobre a eutanásia humana, um movimento que pode ser rastreado à "última década do século 19" (pág. 46). Um teórico em 'ética' alemão, Adolf Jost, fez um chamado para a morte médica direta em 1895, em um livro intitulado "O Direito à Morte" (Ibidem). Jost argumentava que o controle sobre a morte de um indivíduo precisava no fim das contas pertencer ao... Estado... Jost apontava para o direito do Estado de matar"... Ele argumentava que "os direitos à morte são a chave para o bem estar da vida. O Estado precisa ser o dono da morte — precisa matar — de modo a manter o organismo social vivo e saudável." (Ibidem).
No entanto, a obra fundamental que singularmente empurrou a Alemanha para o Holocausto de Hitler foi publicada em 1920, intitulada "A Permissão de Destruir Vida Indigna de Ser Vivida". Os autores alemães "enfatizaram o objetivo terapêutico desse conceito: destruir vida indigna de ser vivida é 'puramente um tratamento terapêutico e uma obra terapêutica.'" (Ibidem).
Lembre-se desta frase: "um tratamento terapêutico e uma obra terapêutica." Em todos os casos de Eutanásia de Adultos, "tratar torna-se matar" e "matar fornece a cura" na mente da equipe médica!
Esses autores alemães exploraram a responsabilidade legal dos médicos na "assistência à morte" e a "morte do participante que dava seu consentimento"... Eles advogavam um processo jurídico cuidadosamente controlado, com aplicações para matar avaliadas por uma junta de três pessoas (um clínico geral, um psiquiatra e um advogado). Um paciente que tinha dado seu consentimento para ser morto teria o direito de suspender esse consentimento a qualquer momento, mas havia também uma ênfase na proteção jurídica dos médicos envolvidos no processo da morte... Hoche... insistia que essa política de matar era compassiva e coerente com a ética médica..." (pág. 47). A Alemanha, de acordo com essa obra política de 1920, estava na ladeira escorregadia que levaria à morte em massa, uma ladeira que terminou na terrível brutalidade do Holocausto, duas décadas mais tarde.
Esse trabalho científico provocou um enorme debate dentro da comunidade médica alemã. A visão da maioria estava horrorizada com a tese desse trabalho radical, e muitos argumentaram contra ele vigorosamente. O Dr. Lifton relata que "durante os anos anteriores à ascensão dos nazistas ao poder, essa tese de modo algum era uma visão majoritária na Medicina e na Psiquiatria na Alemanha." (pág. 48).
Portanto, quando Hitler assumiu o poder em 1933, uma minoria de médicos e enfermeiros alemães tinha essa visão radical da eutanásia humana. No entanto, Hitler conseguiu galvanizar essa minoria em ação para transformar toda a nação na máquina de matar que iria sistematicamente eliminar seis milhões de judeus e doze milhões de outros "indesejáveis". Uma vez que Hitler assumiu o poder em 1933, encontrou uma minoria significativa de médicos e enfermeiras que matavam seus pacientes, com a permissão do próprio paciente, ou secretamente, deixando de aplicar a tecnologia médica, isto é, aplicando uma dosagem errada da medicação.
Hitler então lançou os recursos e a autoridade do governo federal para apoiar essa política da eutanásia que estava em andamento. A máquina de propaganda do Estado começou a preparar o povo alemão para concordar que o governo tinha a "responsabilidade" de tomar as decisões de vida e morte para seus cidadãos. Vários filmes foram produzidos para apoiar poderosamente essa tese. Um desses filmes, que provou ser extremamente poderoso, foi "Eu Acuso". Esse filme retratava "um médico que aplicou uma injeção letal em sua mulher, que sofria de uma doença incurável, em resposta ao pedido dela que ele fizesse isso para aliviar suas terríveis dores e sofrimentos." (pág. 49) O médico foi preso por homicídio e levado a julgamento. Um membro simpático do júri disse enfaticamente que "a precondição mais importante é que a paciente queira aquilo". (Ibidem).
Mas, a mensagem real do filme, uma mensagem proferida de forma bem clara e alta era que "uma exceção a esse 'princípio voluntário deveria ser feito para os doentes mentais, em que o 'Estado deveria assumir a responsabilidade'." (Ibidem) Muitos médicos alemães, entrevistados pelo Dr. Lifton anos após o fim da guerra, mencionaram o impacto que esse filme teve em suas mentes."
Essa frase dita no filme, que "uma exceção ao princípio voluntário deveria ser feita para os doentes mentais, em que o 'Estado precisaria assumir a responsabilidade'" abriu a porta da proibição total contra a anteriormente repugnante prática da eutanásia humana. Uma vez que essa porta foi aberta só um pouquinho, a máquina de propaganda nazista pôde forçá-la diariamente um pouco mais, até escancará-la de vez, até que a matança começou a ser perpetrada abertamente, com milhões de pessoas participando ou concordando. Hitler utilizou espertamente um plano bem elaborado que muda gradativamente as atitudes ou valores das pessoas sobre um assunto qualquer, neste caso, a eutanásia humana, sem que as pessoas percebessem que estavam sendo manipuladas para fazerem a mudança. Portanto, quando a pessoa muda para nova atitude ou valor, uma posição que ela antes detestava, não percebe que foi manipulada. Essa nova posição parece muito normal e a pessoa acha que adotou a nova atitude ou valor por sua própria decisão. 
O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento, como o chamamos, pode ser visto em uso em muitas situações na sociedade atual.Eis como o Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento funciona:
Etapa 1: Alguma prática tão ofensiva que nem poderia ser discutida em público é advogada por um especialista RESPEITÁVEL em um foro RESPEITADO.
Etapa 2: A princípio o público fica chocado, depois indignado.
Etapa 3: No entanto, o SIMPLES FATO de tal assunto ser debatido publicamente torna-se o TEMA do debate.
Etapa 4: No processo, a repetição contínua do assunto chocante que está em discussão gradualmente vai anulando seu efeito.
Etapa 5: As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto.
Etapa 6: Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar suas posições para moderar os extremos; ou, aceitam a premissa, buscando agora os meios para ALCANÇÁ-LA.
Vamos examinar como esse Plano das Seis Etapas funcionou na Alemanha, para preparar uma minoria significativa do povo alemão para aceitar a eutanásia humana.
Etapa 1: Alguma prática tão ofensiva que nem poderia ser discutida em público é advogada por um especialista RESPEITÁVEL em um foro RESPEITADO.
a. Em 1895, um especialista em ética médica, Adolf Jost, advogou a eutanásia humana, em seu livro O Direito à Morte. Jost era um "especialista" respeitável em seu livro era um "foro" respeitado.
b. Em 1920, dois "famosos catedráticos alemães" (pág. 46), Karl Binding e Alfred Hoche lançaram sua obra A Permissão Para Destruir Vida Indigna de Ser Vivida. Os dois famosos catedráticos eram os "especialistas" RESPEITÁVEIS e a tese deles era o "foro" RESPEITADO.
Etapa 2: A princípio, o público fica chocado, depois indignado. A maioria dos profissionais médicos alemães rápida e firmemente escreveu contra essa terrível e trágica ideia.
Etapa 3: No entanto, o SIMPLES FATO de tal assunto ser debatido publicamente tornou-se o TEMA do debate. Invisivelmente, o foco do debate foi deslocado dos méritos da eutanásia humana para o conceito que, finalmente, a sociedade estava colocando esse assunto para ser debatido abertamente. Um debate feroz ocorreu em seguida!
Etapa 4: No processo, a repetição contínua do assunto chocante que está em discussão gradualmente vai anulando seu efeito. De forma gradual e invisível, muitas pessoas começaram a ser levadas para o centro mortal, para longe de sua "firme" posição original contrária à eutanásia.
Agora, as mentes dessas pessoas estavam preparadas para o golpe mortal na psiquê alemã.
Etapa 5: As pessoas não estão mais chocadas pelo assunto. Uma vez que uma pessoa não esteja mais chocada por um assunto que anteriormente era considerado tabu, ela se permite ver mais desse assunto com maior frequência. Muitas pessoas que olham para um assunto que era considerado tabu verificam que se sentem atraídas por ele. Um número muito grande dessas pessoas começa a se tornar "mais aberta" com relação ao assunto.O cenário está agora armado para que a porta final da armadilha seja liberada.
Etapa 6: Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar suas posições para moderar os extremos; ou, aceitam a premissa, buscando agora os meios para ALCANÇÁ-LA. Um indivíduo "brilhante" entra no debate público e pede que os dois lados contemporizem em suas posições. Eles advogam a aceitação do assunto que anteriormente era tabu, o que satisfaz a posição da "Reforma Radical"; entretanto, é proposto inicialmente que essa aceitação fique sob diretrizes muito rígidas, uma proposta "modesta" que até mesmo os proponentes mais radicais contra o tabu dificilmente podem argumentar contra. Assim, ocorre uma contemporização, permitindo que a porta seja aberta só um pouquinho, permitindo que o assunto anteriormente tabu seja praticado sob severas restrições. Os proponentes de permitir que o tabu seja praticado abertamente fazem objeções enérgicas em público, mas celebram sua vitória privadamente. Os proponentes da manutenção do tabu "congratulam-se" por terem conseguido evitar uma tragédia muito maior, sem perceber que a contemporização é simplesmente uma derrota adiada.
Na Alemanha, a eutanásia humana inicial foi permitida juridicamente somente em circunstâncias muito restritas e somente com a permissão do paciente que "queria morrer". Para garantir que nenhuma ação ilegal pudesse ser tomada, uma junta de profissionais deveria analisar cada caso. Mas, em apenas alguns poucos anos, essa porta foi sendo escancarada aos poucos, até que Hitler pôde matar abertamente qualquer pessoa por qualquer razão.
Ah, sim, o governo alemão mudou as leis, para que um médico que praticasse a eutanásia estivesse agindo de forma juridicamente legal e não precisasse se preocupar com a possibilidade de ser processado pela família da vítima.
Esta situação mostra quão longe na estrada alemã para o Holocausto os médicos e enfermeiros americanos já chegaram. Sim, eles representam somente uma pequena fração do número total de médicos e enfermeiros nos EUA, mas os médicos e enfermeiros alemães que praticavam a eutanásia humana eram somente uma fração do total! Um líder político determinado que quer forçar mudanças totais precisa somente que uma proporção minoritária significativa da população concorde com sua posição. Ele pode forçar essas mudanças com base nessa minoria, sabendo que, com a autoridade do governo subitamente colocada para apoiar a minoria, a maioria será forçada a obedecer.
O quanto dessa matança está ocorrendo na sociedade ocidental hoje? Vamos examinar as estatísticas:
"Um médico importante na Grã-Bretanha advertiu que os hospitais do Sistema Nacional de Saúde estão usando o atendimento de fim da vida, 'caminhos para a morte', para ajudar os pacientes idosos a morrer, porque eles são difíceis de cuidar e ocupam leitos valiosos; 'um equivalente da eutanásia'. Os 'caminhos para a morte', em média levam um paciente à morte em 33 horas. O Sistema Nacional da Saúde é o sistema de saúde financiado pelo governo britânico."
Gostemos ou não, o sistema de saúde ObamaCare, que acaba de ser aprovado nos EUA é muito parecido com o Sistema Nacional de Saúde que existe na Grã-Bretanha e esse artigo referido nos diz que esse sistema mata um paciente em 33 horas. Uma vez que se tornar operacional, o ObamaCare provavelmente superará esse número sombrio.
"O jornal britânico Daily Mail reportou que o professor Pullicino 'afirmou que havia frequentemente uma falta de clara evidência para iniciar o Liverpool Care Pathway (LCP), um método de cuidar de pacientes com doença terminal'. Sob o LCP, os médicos podem suspender o tratamento, a alimentação e a água enquanto os pacientes estiverem fortemente sedados... o LCP se tornou um 'caminho assistido para a morte, em vez de uma forma de tratamento.' O jornal reportou que o professor Pullicino acredita que o LCP esteja sendo usado como 'um equivalente da eutanásia'. 130.000 pacientes morrem por ano no LCP."
Muitos médicos procuram uma razão para colocar um paciente no "caminho assistido para a morte" e muitos fazem isso embora o paciente ainda tenha condições de se recuperar. A informação que o Sistema Público de Saúde mata 130 mil pacientes por ano é chocante. Entretanto, é provável que muitos mais pacientes estejam sendo caladamente colocados para morrer nos EUA do que possamos imaginar. Os EUA já superam a Alemanha do período anterior ao nazismo nos números de pessoal da área médica que são simpáticos à eutanásia humana? Vejamos um especialista que conhece claramente a situação atual nos EUA:
O professor Wolf Wolfensberg é diretor da Divisão de Educação Especial e Reabilitação, na Universidade Syracuse. Ele escreveu um livro intituladoThe New Genocide of Handicapped and Afflicted People, em 1987. Ele adverte que, com base nos modelos históricos das sociedades (como a Alemanha, de Hitler) que mais tarde foram descobertas como praticantes da morte produzida em larga escala, ele acredita que as instituições médicas americanas já estão praticando a morte produzida.
Wolfensberger define "morte produzida" como "quaisquer ações ou padrões de ações que direta ou indiretamente trazem, ou apressam a morte de uma pessoa, ou grupo de pessoas. A morte produzida inclui ações que vão da morte explícita, clara, ou direta de outra pessoa, a muito escondidas e matar de forma indireta, o que pode levar um longo tempo para realizar e pode ser muito difícil de rastrear; e pode incluir participação ativa ou silenciosa, em um conluio imperceptível." (págs. 1).
Acredito que o artigo de jornal acima encaixa-se perfeitamente na definição anterior do professor Wolfensberger da "morte produzida". Lembre-se, os EUA estão conduzindo o mundo para a Nova Ordem Mundial, um sistema precisamente idêntico à Alemanha satânica, fascista e ditatorial de Adolf Hitler. Se formos entrar nesse sistema, então precisamos estar desenvolvendo as mesmas características pessoais concernentes à baixa visão ética de Hitler das vidas das pessoas que a Alemanha exibiu de 1920 a 1945, conforme detalhado no livro Nazi Doctors, do Dr. Lifton.
O professor Wolfensberger relaciona as mudanças nos valores pessoais que são necessários para uma população chegar ao ponto em que sancionará, ou participará na matança em massa. (págs. 25-26). Ao ler sobre essas mudanças de valores, você verá que os EUA passaram por todas elas, desde aproximadamente 1965!! A hora já está muito avançada!!
Etapa 1 — "Um afastamento do mundo do espírito e dos sistemas de crença metafísicos, rejeição das crenças em qualquer mundo espiritual e, portanto, rejeição da crença em qualquer divindade, e/ou em qualquer vontade ou lei divina que seja externa aos seres humanos."
Etapa 2 — "Em grande parte em consequência da Etapa 1, a rejeição das fés judaica e cristã e, portanto, de suas moralidades, o que inclui um temor pelo mistério da vida e respeito pela sua sacralidade." Nota: A América combinou as Etapas 1 e 2, rejeitando seus fundamentos cristãos, substituindo-os por valores autocentrados interessados somente na satisfação das necessidades e dos prazeres físicos.
Etapa 3 — "Uma crescente preocupação com o universo material, com objetos materiais e, especialmente, com os processos tecnológicos materiais. A indústria da propaganda claramente nos levou até o fim dessa estrada; estamos totalmente preocupados com as coisas e com os novos brinquedos tecnológicos.
Etapa 4 — "Uma crença de proporções religiosas em uma entidade mítica chamada 'progresso', que é vista como um produto humano que consiste em grande parte de desenvolvimentos científicos e técnicos que suportam a industrialização, que por sua vez é vista como produtora subsequente de um aumento da riqueza material, das posses, do conforto, da conveniência, da saúde, do bem-estar social, da felicidade, etc. A Alemanha manteve a entidade mítica Pureza Racial dos Nórdicos Arianos. Os aderentes da Nova Era crêem em um ariano espiritual, "avançado" em todas as coisas espirituais; os americanos simplesmente matam hoje para aliviar a mãe (aborto) e/ou aquele que cuida (eutanásia) de inconvenientes.
Etapa 5 — "A rejeição de uma metafísica resulta em uma idolatria muito lógica do ser humano e uma exaltação do indivíduo humano como a medida final e o medidor de todas as coisas." Pense na publicidade na última década, como essa crescente idolatria do corpo humano perfeito, da manutenção desse corpo perfeito, e da promoção da saúde como o ideal máximo das idades de 0 a 100 anos!! Pare e pense em todos os produtos que são anunciados hoje e que promovem esse ideal físico. Estamos idolatrando o corpo humano, exatamente como os propagandistas de Hitler idealizaram o homem ariano perfeito!
Etapa 6 — "Idolatria do intelecto humano, do poder da vontade, e de seus produtos." [Referencie nosso artigo N1185, "Historiador Secular Investiga as Raízes do Nazismo e Descobre Similaridades com a Nova Era". Você perceberá imediatamente o quanto a religião de Nova Era enfatiza esses valores.].Etapa 7 — "Irrestritos individualismo e egoísmo...".
Etapa 8 — "Uma atitude de ter direito a qualquer coisa que quiser..." ("Tenho o direito de controlar meu próprio corpo.").
Etapa 9 — "Uma crença de proporções quase religiosas que a aflição, o sofrimento e as privações são maus e que podem, precisam e serão eliminados, por meio dos esforços humanos."
Etapa 10 — "Combinado com a atitude de se considerar com direitos, isso leva a uma crença que uma pessoa tem o direito à libertação da aflição e do sofrimento — e, na verdade, até das privações e da inconveniência." Não somente vemos essa atitude no argumento atual sobre a eutanásia, mas também vemos muito dessa atitude nas pessoas que comem no cocho dos programas de Bem-Estar Social do governo.
Etapa 11 — "Esses desenvolvimentos também implicam uma entrega para aquilo que se pode chamar de hedonismo, isto é, a entrega aos prazeres sensoriais, aspirações exageradas e sem inibições por conforto... Na forma extrema, isso pode levar a excessos sexuais irrestritos, pornografia, glutonaria, entrega às drogas, etc." Pode alguém descrever a situação atual na América melhor do que isto? Lembre-se, estamos discutindo essas coisas em conexão com as características que uma nação exibe ao seguir esse tipo de mortes produzidas do tipo nazista! Nossa sociedade se encaixa perfeitamente nessa descrição!
Etapa 12 — Todos esses valores e atitudes descritos acima resultam em uma característica pessoal que o professor Wolfensberger chama de "externalismo", definido como uma pessoa "tão deficiente em identidade pessoal interna, força, e substância mental e emocional que depende excessivamente — talvez precise depender — de suportes externos constantes de uma natureza física, emocional, social e cognitiva para poder funcionar. Esses suportes podem tomar a forma de ter constantemente rádio e televisão ligados, até chegar a dormir com eles ligados, e não poder desenvolver uma conversação a não ser que exista o barulho dessas ou de outras fontes. Outra forma de externalismo é o medo de estar só, e excessiva ou até total dependência da opinião dos pares ou de gurus... Essas pessoas, portanto, deixam-se impressionar, podem ser programadas com facilidade, seguem modas, são instáveis emocionalmente, e caem presas de movimentos e de seitas..." Novamente, o professor Wolfensberger acerta na mosca com a atual sociedade americana, uma sociedade que está caminhando em direção à morte produzida!
O professor Wolfensberger continua: "O externalismo e o sensualismo facilmente se alimentam um ao outro em um círculo vicioso, como quando levam à dependência às drogas (seja café, nicotina, álcool, maconha, cocaína, heroína...) que também atendem ao desejo intenso por excitação sensorial e que é um substituto de baixo nível e falso para as ricas e nobres experiências espirituais, intelectuais, emocionais e mentais das quais os seres humanos são capazes. Mais uma vez, Wolfensberger descreve nossa sociedade perfeitamente; uma sociedade que tem esses valores caminha para a morte produzida em uma larga escala.
Etapa 13 — "A busca irrestrita de satisfação e autogratificação imediata também leva a uma histórica mentalidade de 'aqui e agora' que diz: 'Vou buscar o que quero agora, independente dos efeitos no longo prazo, ou independente de quem seja ferido.'" O ideal satanista sempre foi: "Faça aquilo que você quiser, isto será toda a lei."
Etapa 14 — Neste ponto no desenvolvimento de uma sociedade que precede à morte produzida, certos indivíduos apresentam-se para incentivar a "morte produzida de forma voluntária". Certamente, qualquer pessoa que defenda o suicídio com a assistência de um médico enquadra-se nessa categoria. Da mesma forma, os indivíduos eleitos ou indicados que tentam legalizar formas de morte produzida são poderosamente responsáveis por essa sociedade entrar na última etapa na maciça morte produzida pelo poder público. Finalmente, o Dr. Wolfensberger destaca os autores que publicaram livros campeões de vendagem sobre como cometer suicídio. Esse é um tremendo sinal que uma sociedade está atualmente envolvida em morte produzida de forma velada e está prestes a iniciar a morte produzida de forma pública.
Pessoas Depreciadas em Qualquer Sociedade
Nesse tipo de sociedade, certos indivíduos são "depreciados" na mentalidade nacional conjunta. Qualquer grupo "depreciado" fica, então, sob o risco real de ser visado para a eliminação. Quais são alguns desses grupos "depreciados"?
  • Os deficientes mentais, físicos, ou emocionais.
  • Criminosos, especialmente os que apresentam desvios de comportamento.
  • Os muito idosos, especialmente aqueles que não podem mais pagar pelo custo de manutenção de suas vidas.
  • Os muito jovens, especialmente aqueles dos grupos "depreciados". O aborto e o infanticídio eram praticados regularmente na Alemanha nazista.
  • Os destituídos — os moradores de rua.
  • Pessoas abandonadas e não amparadas por alguma instituição.
  • Pessoas com doenças severas e crônicas.
  • Doentes em estado terminal.
  • Qualquer um que tenha mais de uma das características acima, em combinação (págs. 33-34).
  • Pessoas que não se enquadram no ideal nacional em termos de raça ou religião.
Os judeus na Alemanha nazista certamente se enquadravam nesta última categoria. Hoje, com a Nova Era, os judeus são substituídos por qualquer um que não possa aceitar as reivindicações do Cristo. Os líderes na Nova Ordem Mundial já escolheram os cristãos, os judeus e os muçulmanos, nenhum dos quais pode aceitar a religião politeísta do Cristo da Nova Era.
O professor Wolfensberger então descreve os muitos modos em que a morte de pessoas depreciadas poderia ser disfarçada por alguém na comunidade médica. Os muitos modos se resumem ao uso impróprio da tecnologia médica de tal forma a causar a morte, uma morte que poderia ser atribuída a alguma outra coisa. (págs. 35-49).
Em seguida, ele solta a bomba atômica sobre essa questão e diz que nos EUA hoje, "Em hospitais (até mesmo aqueles administrados por instituições religiosas), retardados mentais... pessoas com outras deficiências, e idosos comumente deixam de receber suportes de vida relativamente elementares, como antibióticos, ressuscitação básica, procedimentos médicos simples, ou até mesmo alimentação e água... Em muitos locais nos EUA, é perigoso internar em um típico Hospital Geral uma pessoa moderadamente retardada que tenha mais de sessenta anos... Frequentemente, o único modo de garantir a segurança dessas pessoas é colocar alguém da família de guarda ao lado do leito hospitalar 24 horas por dia..." (págs. 60-63).
Se você não está se sentindo tonto e pasmado com essas revelações, considere o que o professor Wolfensberger estima que os seguintes números de pessoas estão sendo mortas todos os anos com das seguintes formas de mortes produzidas:
  • Drogas psicoativas — Aplicadas aos retardados, aos doentes mentais, aos idosos, às pessoas de mau comportamento ou às que exigem muitos cuidados em várias situações, matando facilmente mais de 100 mil pessoas por ano. (págs. 70).
  • Negar tratamentos básicos e simples e suportes para a vida às pessoas idosas, aos que têm deficiências moderadas, aos doentes terminais [lembre-se que 15% dos enfermeiros no nosso artigo que admitem que matam apenas "fingindo que prestam os cuidados?] ou presos, estão matando mais 100 mil pessoas todos os anos.
Quando se acrescenta o número de pessoas mortas em abortos e no infanticídio, o Dr. Wolfensberger estima que o número total de pessoas depreciadas que está sendo morta a cada quatro anos nos EUA hoje é maior que o número de judeus mortos na Alemanha nazista de 1941-1945!! (págs. 70-71).
Antes de você automaticamente rejeitar essas afirmações, considere com atenção os seguintes fatos:
Os EUA da Nova Ordem Mundial estão levando o mundo para dentro de um sistema que é exatamente igual ao nazismo de Adolf Hitler. Religiosamente, o nazismo e o Movimento de Nova Era compartilham mais de 40 crenças comuns, incluindo os ensinos sobre o arianismo e "raças-raízes".
A Nova Era ensina a mesma Doutrina Secreta que Hitler ensinou, uma doutrina espiritual que propõe a eliminação das raças "inferiores".
O professor Wolfensberger descreve qualquer sociedade que está caminhando para uma mudança de valores que resultará na morte produzida. Ao fazer isso, ele descreve a sociedade americana contemporânea perfeitamente.
A Base Ocultista Para o Morticínio
A doutrina da Nova Era ensina que o planeta Terra está superpovoado e que a população deve ser reduzida a um terço do que é atualmente. (Amigos da Terra, presidente David Browder, Progress as if Survival Mattered, 1981, págs. 68-70). Embora eles nunca apresentem o Plano para reduzir a população dos atuais 6 bilhões para somente 2 bilhões, os escritos deles ensinam que o Cristo "purificará" a Terra. (Ruth Montgomery, Herald of a New Age, págs. 232-271). Como você acha que eles obterão essa redução em um período de tempo tão curto?
A profecia bíblica prevê que o tempo do Anticristo resultará em guerras e em perseguições de dimensões sem precedentes. Se você somar todas as pessoas que serão mortas com as pragas e julgamentos no livro do Apocalipse, o total chega a dois terços da população mundial!
No entanto, as profecias bíblicas dizem que as pessoas estarão vivendo de forma absolutamente normal até que todos os desastres caiam com força total sobre elas. [Confira 1 Tessalonicenses 5:1-3; Daniel 12:10b, "nenhum dos ímpios entenderá..."; Lucas 17:28-30].
Não se deixe enganar. O fim dos tempos está muito próximo. Vemos o aparecimento de um sistema de governo globalizado que espelha com precisão a profecia bíblica e seu o nome é Nova Ordem Mundial, o nazismo renascido com todos os seus horrores. Nossos valores e atitudes estão sendo mudados de forma sutil, gradual e invisível, até o ponto em que um número suficiente de pessoas na sociedade apoie os objetivos de morticínio da Nova Ordem Mundial. Além disso, como indica o artigo de jornal citado no início deste artigo, um morticínio significativo já está ocorrendo. O reinado do Anticristo está vindo muito em breve.
Reações:

0 comentários:

Postar um comentário