9 de jun de 2017

Livro conta histórias de tratamentos de sucesso não aprovados pela medicina



Aventuras médicas são inspiradas no amor, no desespero e na esperança e alimentadas pela coragem




NOVA YORK - E se você ou seu filho tivesse uma doença crônica que limitasse seriamente ou ameaçasse sua vida ou a dele, e a medicina moderna não oferecesse qualquer tratamento efetivo ou aceitável?


Livro conta histórias de tratamentos de sucesso não aprovados pela medicina
As histórias impressionam pela persistência contra probabilidades extraordinárias Foto: Paul Rogers/The New York Times
Imagine que você possui uma alergia alimentar severa, uma artrite reumatoide, um transtorno de déficit de atenção com hiperatividade ou uma epilepsia sem tratamento. Você estaria disposto a arregaçar as mangas, ficaria desesperado ou seria corajoso o suficiente para sair do âmbito da medicina estabelecida e procurar ajuda de um terapeuta não convencional - mesmo que fosse alguém sem treinamento médico ou científico?
E se você ouvisse falar de outras pessoas em situações similares que experimentaram um suposto remédio que pareceu funcionar ou um método que faz sentido biologicamente?
Em seu novo livro, The Other Side of Impossible (O Outro Lado do Impossível), Susannah Meadows, de Nova York, antiga escritora da Newsweek, reuniu histórias atraentes sobre pessoas que enfrentaram e conseguiram superar desafios médicos assustadores. O livro foca em várias famílias, incluindo a da própria autora, que sentiram que não tinham outra chance se não entrar no mundo das terapias não comprovadas.
As aventuras familiares por um reino que alguns chamariam de charlatanismo são normalmente inspiradas no amor, no desespero e na esperança e são alimentadas por uma coragem e uma determinação irrepreensíveis no sentido de encontrar soluções para problemas de saúde debilitantes que desafiam o que a medicina convencional pode oferecer de melhor.
As histórias impressionam pela persistência contra probabilidades extraordinárias. Como demonstra a resposta de uma mãe quando perguntada como consegue perseverar em meio a uma busca de cinco anos para controlar as incessantes convulsões da filha: "Não podemos não tentar. Ela ainda não está melhor".
Em sua análise dos casos díspares, mas de certa forma relacionados, Meadows destaca pelo menos três influências importantes sobre o bem-estar que ainda precisam receber a devida avaliação no entendimento do que pode causar ou agravar alguns transtornos médicos intratáveis.
Uma delas é uma característica chamada "intestino permeável", que essencialmente são orifícios minúsculos nas paredes intestinais que permitem que proteínas alcancem a corrente sanguínea, onde podem desencadear um ataque brutal aos tecidos saudáveis.
Outra é um desequilíbrio dos micro-organismos no intestino e como a comunicação entre o cérebro e o intestino pode afetar de maneira adversa o comportamento e a estabilidade emocional. A terceira é a ainda subestimada interação entre a mente e o corpo, principalmente o efeito que a ansiedade e o medo têm na resposta do corpo a substâncias que de outras maneiras seriam inofensivas.
Há talvez um quarto fator, disse Meadows em uma entrevista, que parece promover a perseverança na busca pela recuperação de uma condição incurável. "A experiência de lidar com adversidades logo cedo na vida pode vacinar as pessoas contra a desesperança e levá-las a acreditar que, se apenas continuarem tentando, podem ter sucesso."
Ou como diz o filho de uma paciente cuja história aparece no livro. "Coragem é saber que você foi derrotado e fazer alguma coisa de qualquer maneira."
Essa paciente era a doutora Terry Wahls, que superou uma forma progressiva de esclerose múltipla para qual a medicina tinha pouco a oferecer.
Confinada a uma cadeira de rodas reclinável apesar de tentar uma série de tratamentos convencionais, Wahls pesquisou e depois adotou um regime que eliminava os grãos, os laticínios e o açúcar, mas incluía 12 xícaras por dia de frutas vermelhas e vegetais, suplementados com carne de vacas criadas no pasto e peixes gordos. Ela combinou a dieta com estimulação elétrica neuromuscular e exercícios.
Em um ano, Wahls havia abandonado sua assistência motorizada e começou a andar de bicicleta. Oito anos depois, ela não tem nem sinal da doença. No verão passado, a Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla, que vem acompanhando pesquisas sobre alimentação e inflamação, ofereceu mais de um milhão de dólares para o estudo dos efeitos de sua dieta sobre a fadiga relacionada à doença.
Meadows resumiu a lição predominante derivada das pessoas que aparecem em seu livro: "Você tem a escolha de seguir em frente quando os outros dizem que não dá. Eles não tinham qualquer motivo para pensar que poderiam ter sucesso, mas simplesmente não desistiram".
Meadows disse que essa perseverança não era algo que ela entendia quando seu filho Shepherd foi diagnosticado aos três anos com artrite juvenil poliarticular, uma condição incapacitante que afeta várias articulações.
Ela e o marido foram informados de que seria improvável que o menino superasse a doença. Ao ter que encarar a escolha entre não fazer nada ou tratá-lo com um medicamento potente que "fazia com que se sentisse mal e não resolvia a artrite", ela ficou sabendo de outra criança com a mesma condição que melhorou ao evitar glúten e laticínios e ao começar a tomar óleo de peixe, probióticos e consumir uma erva chinesa.
"Não tínhamos nada a perder - se ajudou uma criança, talvez ajudasse a nossa", explicou Meadows. "Em termos de esperança, um exemplo é muito importante." E como ela relatou quatro anos atrás em um artigo para o New York Times Magazine, Shepherd melhorou.
Eventualmente, com a ajuda de uma autoproclamada curandeira chamada Amy Thieringer, que enfatiza a necessidade de acalmar os medos e a ansiedade ao tentar combater sensibilidades alimentares, Shepherd gradualmente reintroduziu o glúten e os laticínios em sua dieta e "agora come de tudo sem problemas, sem articulações doloridas e inflamadas", contou sua mãe.
Apesar de Amanda Hanson ter sido alertada pelo especialista de seu filho Hayden que tentar o tratamento de Thieringer para o menino, que tinha alergias fatais a 28 tipos de alimentos, seria jogar roleta russa com a vida dele, ela sentiu que não tinha outra chance se não tentar.
Inspirada pelo testemunho de outras mães com problemas parecidos e sabendo que os médicos não tinham qualquer solução para as alergias de Hayden, Hanson foi atrás do programa de Thieringer, conhecido como técnica de liberação das alergias.
Pegando emprestadas ideias da terapia comportamental cognitiva, Thieringer primeiro trabalhou para diminuir o medo que Hayden tinha de certos alimentos antes de reintroduzi-los em pequenas quantidades até que ele pudesse consumi-los em quantias normais sem nenhuma reação.
Hayden, que agora está com 16 anos, não sofre reações ruins a qualquer alimento desde que terminou o programa seis anos atrás.
Meadows não faz afirmações sobre curas. Seu livro não é prescritivo, embora descreva a ciência que pode explicar essas recuperações improváveis sobre as quais escreveu.
"Sou uma jornalista relatando o fato de que existem muitas pessoas que estão procurando, e em alguns casos encontrando por conta própria, respostas para problemas de saúde."
Há outra mensagem importante no livro que vale mencionar: os enormes obstáculos para a produção de provas robustas a favor dos tipos de abordagens que trouxeram alívio para as pessoas que Meadows entrevistou.
Os tratamentos frequentemente envolveram uma combinação de intervenções e poucos, se algum, produtos lucrativos. Assim, nenhuma empresa pagaria os estudos necessários, que também provavelmente seriam muito caros e muitos complicados para serem encampados por agências do governo.

5 de jun de 2017

"Que seu remédio seja seu alimento e que seu alimento seja seu remédio"


Há milhares de anos nascia Hipócrates (460 - 377 a. C.). Era um asclepíade, isto é, membro de uma família que durante várias gerações praticara os cuidados em saúde. Incontestavelmente um dos mais importantes homens da história da sáude, considerado "pai da medicina".
Dentre suas grandes obras e contribuições, destaca-se também a frase de abertura deste Blog: “Que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”.

Desde a antigüidade, a alimentação é ressaltada como um fator promotor de saúde. É impossível querer ter qualidade de vida, sem antes procurar encontrar um equilíbrio em nossa dieta. Parece-me importante destacar que o profissional totalmente capacitado e competente para proporcionar tal conquista, é o nutricionista. Hipócrates levantou a questão, porém não era de sua competência. Vemos que muitos tentam, até atrevem-se a expor alguns conhecimentos, mas sem sucesso.

A ciência da Nutrição existe há séculos. A história da Nutrição pode ser dividida em três fases:


Na primeira, chamada era naturalística (400 a.C. a 1750 d.C.), as pessoas tinham idéias muito vagas sobre os alimentos, surgindo vários tabus, poderes mágicos ou valor medicinal para os mesmos.

Entre 1750 e 1900 d.C, a nutrição passou pela era químico-analítica, iniciada pelo francês Antoine Lavoisier, considerado o "Pai da Nutrição", cujo trabalho, no século XVIII, abrangeu o estudo da respiração, da oxidação e da calorimetria, sempre relacionadas com a utilização da energia proveniente dos alimentos.

Por volta de 1900 até os dias atuais, inicia-se a era biológica, que visa determinar as relações entre os nutrientes, seus exatos papéis biológicos, e as necessidades dietéticas humanas. Até a metade do século XX, as pesquisas com alimentos tinham caráter, sobretudo curativo. Essa tendência começou a mudar a partir da Segunda Guerra Mundial, quando os Estados Unidos passou a se preocupar com a resistência e a rápida recuperação de seus feridos nos campos de batalha, preocupando-se com o aspecto preventivo. Esta preocupação continua, e verificamos ter a nutrição um importante papel na prevenção de doenças, como por exemplo, na prevenção das doenças cardiovasculares, onde os principais fatores de controle são: evitar o excesso de peso, evitar consumo de gorduras saturadas e trans; consumir fibras diariamente, entre outros.

Devemos dar honra a quem merece. Cada um tem seu espaço, seu valor, conquistados com luta, suor e lágrimas. Todos podem coexistir em harmonia, empenhando-se em prol do bem da sociedade. Afinal o conceito de saúde sobrepõe a ausência de enfermidades. A melhor definição, na minha visão, foi a proposta pela 8ª Conferência Nacional de Saúde em 1986: “A saúde é a resultante das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse de terra e acesso a serviços de saúde". Nesta definição, você pode perceber a ênfase nas condições sociais para uma vida digna como condição para a saúde.
O principal objetivo deste Blog, dentre muitos outros, é levantar questões pertinentes aos nossos dias, a fim de proporcionar um maior esclarecimento no que tange a alimentação equilibrada e afins.
Nos próximos dias trataremos de questões atuais sobre a Nutrição, a relação entre homem e a alimentação, novas descobertas e evidências que afetam diretamente a qualidade de vida da sociedade como um todo.

Grato, Jordão Fraga.  
Nutrição em Evidência

As práticas espirituais e a transformação de nossa consciência


Vamos começar a entender. A nossa consciência, como um todo, é muito complexa. Há muitas camadas nela e temos pouco acesso a elas. A maior parte do que está guardado no interior da nossa mente não se apresenta a nós o tempo todo. Fica escondido dentro de nossa cabeça. E não temos muito controle sobre o que há ali, e muitas vezes nem conhecimento do que está armazenado em nosso inconsciente.
Há um padrão de comportamento, pensamento e sentimento mais ou menos cristalizado em nossa consciência. Tudo o que acumulamos ao longo de nossas encarnações formam este padrão e este padrão molda nossa relação com o mundo e com nós mesmos. É por isso que não é tão fácil sermos uma pessoa mais evoluída. Sabemos, por exemplo, que precisamos perdoar o próximo, mas aquela mágoa e as lembranças sempre voltam para pertubar a nossa paz. Queremos ser mais amorosos no nosso dia-a-dia, porém, quando nos damos conta, estamos discutindo com o parceiro. Desejamos ir atrás dos nossos sonhos, no entanto, muitas vezes o medo e a insegurança sabotam a nossa iniciativa. Isso porque há uma larga parte de nós mesmos que foge ao nosso controle em um primeiro momento. É este padrão que herdamos de nós mesmos, fruto de tudo o que fomos no passado.
Queremos ser boas pessoas, e tomar para si este primeiro objetivo é o primeiro passo, mas não basta apenas escolher. Não mudamos do dia para noite. Porque há muita coisa guardada dentro de nós que precisa ser limpada, e essas coisas guardadas influenciam diretamente nossa atitudes, sentimentos, pensamentos.
As práticas espirituais, nesse ponto, revelam-se como uma forma estratégica de acessar as camadas mais profundas de nossa consciência e de nela agir. O pensamento, a atenção, os sentidos, a emoção, entre outros elementos que constituem a multiplicidade de práticas espirituais que existem por aí, são chaves que abrem as portas de nossa mente. E elas são capazes de alterar, purificar e tornar flexível estes padrões. Como já falado anteriormente, tudo o que pensamos, alguma hora volta a nossa mente, e quando realizamos alguma prática espiritual, as boas vibrações penetram as camadas da consciência transformando o negativo em positivo por onde passa. Com as práticas, temos a nossa disposição uma ferramenta para internalizarmos os valores que nossos mestres espirituais nos ensinaram e elevarmos nossa vibração.
Mas há de se compreender que não ocorrem mudanças bruscas. É de pouquinho em pouquinho que a transformação da nossa consciência vai acontecendo. É muita coisa para se limpar e tudo está ali há muito tempo. É como se tívessemos que plantar uma árvore desde a semente e cuidar e rega-la até ela crescer em sua formosura. Leva tempo, leva anos. A repetição é a chave. É um passo de cada vez, e a cada dia não se pode dar muitos passos. O processo é lento.
E o que pode ser definido como prática espiritual? Ora, muita coisa. Uma oração, canto, meditação, agradecimento, passe, mantra, defumação, caridade, e por aí vai. A lista é grande, pois o Pai Maior nos abençoou com uma variedade de caminhos para alcançá-lo. Tudo o que eleva nossos pensamentos, que faz a sentir e receber a vibração positiva, que nos impulsiona a ser uma pessoa melhor realiza este trabalho de transformação e purificação da nossa consciência.
No entanto, é necessário muita firmeza e paciência, pois há muitas pedras que tentam nos tirar do caminho. Disciplina para irmos além das nossas emoções e desejos quando necessário. E a prática constante para mantermos conectado com o divino. Mas, na medida em que esta árvore vai crescendo, os nossos padrões de comportamento, pensamento e sentimento vão se transformando também. Vamos nos tornando outra pessoa, e trazendo paz, luz, harmonia à nossa vida. Nossa consciência se amplia a horizontes que nem imaginávamos existir. E vamos nos aproximando do Alto.
“Tudo o que somos é resultado do que temos pensado. A mente é tudo. Nós nos tornamos aquilo que pensamos”. Buda
ASTROCURA – FONTE

Flúor – Você sabe o que ocorre no seu cérebro?

O jornal americano The Lancet, uma das mais importantes publicações sobre saúde do mundo, publicou um estudo que classifica o flúor como uma neurotoxina perigosa.
Sabe o que isso significa?
Que, segundo o estudo, a toxidade do flúor está no mesmo nível de substâncias como arsênio, mercúrio e chumbo.
Para realizarem este estudo, o dr. Philip Landrigan, da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova Iorque, e o dr. Philippe Grandjean, da Escola Pública de Saúde de Harvard, em Boston, analisaram pessoas de regiões que consomem flúor devido à fluoretação da água, como ocorre no Brasil.
E eles concluíram que o flúor danifica o cérebro e pode causar diversas incapacidades neurológicas, incluindo falta de atenção, hiperatividade, autismo, dislexia, entre outros.
O estudo revelou também que o QI das pessoas pode também ser afetado, descendo sensivelmente 7 pontos do valor original.
Os investigadores focaram a análise em crianças e em mulheres grávidas e concluíram que as fases de maior vulnerabilidade são o período de gestação, a infância e a adolescência.
Mas não é só nas crianças que o flúor é tóxico.
Nos adultos também, chegando a afetar o sistema nervoso central.
Ah, mas disseram a você que o flúor é excelente para os dentes?
Além do estudo publicado em The Lancet (ver link* no fim), você devia ler o livro The Fluoride Deception, de Christopher Bryson.
Neste livro, o autor mostra que o flúor usado em nossa água e nos cremes dentais é altamente nocivo à saúde.
Segundo Bryson, o flúor é um elemento usado em armas nucleares e a história de que ele é útil no combate à carie não passou de uma estratégia da indústria e do governo dos Estados Unidos para evitar processos na Justiça de pessoas que trabalham ou moram ao redor das fábricas que produzem essa substância.
Bryson corrobora sua tese mostrando que o uso de flúor é proibido em todos os países da Europa, à exceção da Irlanda, e que, se ele não causasse males, não haveria motivos para essa proibição.
O livro The Fluoride Decepcion virou um documentário.
Esse documentário exibe casos de cientistas cuja carreira foi destruída porque eles ousaram ao mostrar, com base em pesquisas, a destruição que o flúor pode causar em nossa saúde.
Por tudo isso, em vários países já existe um movimento para o fim da fluoretação da água.
É o caso dos Estados Unidos, onde recentemente 600 dentistas, médicos e cientistas entregaram ao Congresso desse país um relatório que pede o fim do uso de flúor na água.
Um dos que assinaram o relatório é o Dr. Arvid Carlsson, laureado pelo Nobel da Medicina no ano 2000, para o qual  “a fluoretação é contra todos os princípios modernos da farmacologia, completamente obsoleta”.
Segundo pesquisas, alguns dos efeitos do flúor no nosso corpo podem ser:
-aumento do risco de fracturas ósseas;
-redução drástica do funcionamento da tireoide;
 -redução do desenvolvimento do QI;
– causa de artrite e doenças semelhantes, como fluorose dental;
-desenvolvimento de câncer ósseo (osteossarcoma)
Assista agora a um vídeo, dublado em português, baseado no livro The Fluoride Decepcion e saiba com riqueza de detalhes toda a história do flúor e os males que ele pode causar:
Depois, veja como eliminar o flúor da água que você bebe e como fazer uma pasta dental totalmente natural e livre desta venenosa substância.
COMO ELIMINAR O FLÚOR DA ÁGUA
Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o manjericão-santo (Ocimum tenuiflorum) pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor da água.
Os investigadores conduziram o experimento, em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão-santo em 100mL de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água.
Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 parte por milhão.
A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis “seguros” de flúor na água não são mais do que uma parte por milhão.
Então, faça o seguinte:
1. Filtre 2 litros de água.
2. Coloque a água em uma jarra de vidro
3. Acrescente a essa água um punhado folhas de manjericão-santo (devidamente hogienizadas, claro).
4. Espere no mínimo oito horas para consumir.
PASTA DENTAL LIVRE DE FLÚOR
É bem simples.
Corte um pedacinho pequeno da folha de babosa e raspe o gel com uma colher.
Depois,  coloque um pouco na escova de dentes.
Faça a escovação normalmente.
Faz uma espuminha bem agradável e não tem amargo nenhum.
Retire com água (sem flúor).
Esta pasta também pode ser utilizada em dentes sensíveis e é ótima para tratar sangramento nas gengivas.
*Para ler a pesquisa publicada em The Lancet, clique AQUI.

Neurocientistas confirmam: em 21 dias você reprograma seu cérebro

O título é impactante não é? Por que 21? 21 dias para mudar e transformar. 21 dias para ser uma pessoa mais feliz e de bem com a vida. 21 dias para começar a fazer yoga. 21 dias para meditar. 21 dias para mudar os hábitos alimentares…21 dias para abandonar e quebrar um hábito, como parar de comer carne, parar de fumar, parar de criticar, adotar condutas altruístas…etc
Tudo o que você precisa são 21 dias de determinação e disciplina fazendo ou deixando de fazer determinada coisa. Você sabia que tudo o que você conquistou, assim como o seu padrão de pensamento e comportamento estão relacionados aos seus hábitos? Ou seja, os seus hábitos influenciam diretamente a sua qualidade de vida.
Os hábitos são, essencialmente, padrões de comportamentos e acabam se tornando uma parte do que somos. Quando algum comportamento se repete o cérebro cria vias sinápticas mais rápidas, de maneira que uma ação aciona a ação seguinte, de forma quase automática.
Ninguém está inteiramente certo de onde a regra dos 21 dias se originou. Um dos pioneiros na Teoria dos 21 Dias foi o cirurgião plástico e psicólogo Maxwell Maltz, em 1960. Ele relatou que seus pacientes notavam as mudanças nas cirurgias apenas após 21 dias da operação, e registrou no livro Psico-cibernética que 21 dias é o tempo que o cérebro precisa para se adaptar a uma mudança. Em 1983 o artigo Three Weeks to a Better Me, na Reader’s Digest, relatou os esforços de uma mulher em não criticar durante 3 semanas. John Hargrave também descreve a importância dos 21 dias em seu livro Mind Hacking: How to Change Your Mind for Good in 21 Days. No livro best seller O Poder do Hábito, Charles Duhhig considera que são necessários 21 dias de repetição de uma ação para que ela se torne um hábito. Claro que existe a individualidade de cada um que pode levar a uma variação, como mostrado no estudo de Phillipa Lally, pesquisador de psicologia da saúde na University College London, publicado no European Journal of Social Psychology, no qual foi evidenciado que a partir de 18 dias consegue-se mudar um hábito, mas pode variar dependendo da pessoa, do comportamento e circunstâncias, sendo que o tempo médio foi de 60 dias para um comportamento tornar-se automático.
O cérebro tem duas formas de tratar as informações e ações vividas: uma de maneira consciente e a outra inconsciente. Mas talvez você pergunte: é possível fazer algo de forma inconsciente, sem nos darmos conta? Sim, é o que costumamos chamar de “modo automático”, são as ações que você executa sem a necessidade de prestar atenção em cada movimento. E muitas das coisas que executamos com frequência ao longo do nosso dia, de forma repetitiva, estão no modo automático, seja na nossa rotina doméstica ou mesmo no trabalho. Dirigir, por exemplo, é um hábito tão mecanizado que muitas vezes você sai de um lugar e chega ao outro e nem se lembra do percurso que fez, seja de carro ou mesmo a pé. Seu cérebro está tão treinado com aquele caminho que você o faz com a mente focada em mil e uma ideias, menos no ato de dirigir, caminhar ou no percurso.
Acontece que quando você repete essa ação muitas vezes o cérebro cria um caminho neural que envolve os atos de pensar, sentir e agir. Depois que o cérebro se considera treinado o suficiente para determinada coisa, sai do modo consciente e vai para o inconsciente. E, nesse processo, pelo menos 95% das nossas ações são comandadas pela mente subconsciente, um super computador carregado com uma base de dados de comportamentos programados.
A transferência ocorre quando uma ação já programada migra da zona CONSCIENTE do cérebro, ou seja, da zona pensante, para a zona de execução automática do cérebro, ou seja, INCONSCIENTE. É isto que nos permite ser multifuncionais. Vamos citar novamente o exemplo de dirigir, algo fácil e totalmente mecânico. Observe quantos movimentos são realizados sem que você precise prestar atenção. O pé direito no acelerador ou no freio e o pé esquerdo na embreagem, os 3 pedais em movimentos sincronizados para o carro não morrer. Você pensa na meia embreagem quando dirige? Certamente não. Enquanto isso os olhos monitoram 3 retrovisores e as mãos controlam o volante, câmbio e setas para sinalizar as conversões, etc… E você faz tudo isso enquanto conversa com alguém no carro ou ao telefone, canta, toma decisões importantes, ouve o rádio, enfim, sua atenção está sempre voltada para alguma outra coisa, pois dirigir não requer sua atenção uma vez que se tornou algo automático.
Ou seja, você não está consciente na maior parte do tempo. Apesar disso, é bom saber que você pode programar e desprogramar o seu cérebro no que se refere a qualquer ação cognitiva que envolva o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio e o intelecto. É através da repetição que você adquire uma nova forma de pensar, sentir, agir e se comportar, esteja você ciente ou não.
Uma forma simples de adquirir um novo hábito é estabelecer um programa de 21 dias. Determine o que você quer ou precisa que se torne uma rotina. Estabeleça um horário que vc possa se dedicar a isso. E passe a repetir por 21 dias consecutivos. Muito provavelmente você encontrará resistência no início, mas do 22º dia em diante a ação será executada com naturalidade e você sentirá falta se não realizá-la, pois seu cérebro já estará habituado com a prática. Sem esforço nem desconforto. Eduque seu cérebro, faça essa ginástica mental para ter sua mente trabalhando a seu favor e tenha autodisciplina. Para isso, a rotina de repetição deve ser empregada por 21 dias consecutivos. Consecutivos mesmo, sem falhar nem 1 dia, ok? E é aí que entra a sua disciplina. Esse método de 21 dias pode ser aplicado para qualquer coisa, seja para adquirir uma rotina de estudo, organização no trabalho, forma de pensar positivamente, fazer uma atividade física, ou, o que eu super recomendo: MEDITAR!!!
Talvez você pense. Nossa, desse jeito é possível criar um novo hábito por mês e, ao final de 1 ano, terei 12 novos hábitos. Desculpe mas terei que jogar um balde de agua fria no seu entusiasmo.
CUIDADO, porque se você não fizer de forma consciente pode se transformar num robô, um amontoado de ações inconscientes. Será que você já não está nesse estágio? Ser multi funcional parece ser bom não é? Considerando o quanto pessoas que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo são elogiadas. No entanto, acabam ficando ligadas no “piloto automático”. E, quando chegam ao final do dia, são incapazes de se lembrar detalhes do que fizeram e como realizaram as suas tarefas.
Saiba que quanto mais automático você for, maior também será sua dificuldade de concentração. Isso acontece porque os pensamentos e comportamentos automáticos tiram nossa atenção do momento presente. Eles são estruturados em experiências do passado. Pessoas automatizadas tendem a ser menos criativas, pois costumam seguir padrões repetidos e, por isso, são inflexíveis, têm dificuldade de se adaptar a novas situações, de encontrar novos caminhos e enxergar possibilidades inovadoras. Então, tenha sabedoria para usar a ferramenta dos 21 dias a seu favor e não ficar condicionado a hábitos que possam te robotizar e tirar de você algo precioso, que é a sua consciência.
“Seu destino está traçado na sua mente. A pergunta é: Você programou a sua mente a favor ou contra você?”

Açafrão ajuda na cura da depressão

Recentes descobertas apontam para uma conclusão indiscutível. A Limonada com Açafrão (Cúrcuma) detém alguns dos melhores valores medicinais, fornecendo uma solução integrada para uma melhora acentuada das condições de saúde.
Caso você não saiba, esta raiz tem propriedades anti-inflamatórias muito poderosas. Já é fato consumado que ela ajuda a prevenir o crescimento de células cancerosas. Cúrcuma também é bem conhecida por tratar a depressão, isso sem mencionar seus efeitos sobre a redução do colesterol.
A lista é longa, mas vale a pena citar outros benefícios como a sua capacidade de tratar câncer de pele, doença de Alzheimer e outras condições como artrite, azia, icterícia, diarréia, vesícula biliar e dor de estômago.
Cúrcuma para tratar a depressão
Existem muitas maneiras de tratar da depressão, uma das quais bastante comum é drogas antidepressivos como Prozac e outras.
O fato triste sobre o uso de qualquer tipo de droga para a depressão são os efeitos os graves efeitos colaterais como respiração difícil, tendência suicidas, sangramentos estomacais, além de vários outros.
Esta nova descoberta provou que a cúrcuma pode curar uma pessoa com depressão severa sem ter que arcar com quaisquer efeitos colaterais.
A cúrcuma trata depressão de maneira muito eficaz, pois contém curcumina, substancia similar, porém mais poderosa que a fluoxetina, principal componente do Prozac.
Como fazer Limonada com Açafrão
Receita para 4 porções.
Ingredientes
4 xícaras de água fria.
2 colheres de sopa de açafrão recém-ralado ou em pó.
(de preferencia recém ralado orgânico)
4 colheres de sopa de xarope de melado, mel, stevia ou açúcar mascavo.
suco de 1 limão
Suco de 1 laranja (opcional)
Bater na liquificador
Usos
– Possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antivirais naturais.
– Agindo para melhorar a absorção de nutrientes essenciais, ele se torna um forte reforço na imunidade
– Esta bebida também ​​é utilizada para absorver e reduzir as calorias
– Pode ser consumida diariamente e combina com qualquer tipo de alimento.
É muito bom poder escapar do poder escravizante das drogas químicas, caríssimas, com terríveis efeitos colaterais qua atuam apenas sobre os sintomas, substituindo–as por produtos que você compra em qualquer supermercado a custos irrisórios, além de completamente naturais e sem nenhum efeito colateral nocivo e tão ou mais eficazes.
Para quem ainda não experimentou, o açafrão da terra é um maravilhoso tempero que pode ser usado numa infinidade de receitas. Trata- de um dos principais componentes do Curry, tradicional e largamente utilizado tempero indiano, que dizem ser a principal razão, pela qual a India tem um menores índices de incidência de câncer do mundo.
Experimente por você mesmo. Só te vai fazer bem.
Fonte: Health Informative
Tradução: Mick Bernard
FONTE
http://verdademundial.com.br

Liberte-se da necessidade de estar certo


“Sempre que você estiver conversando com alguém, verifique se você está sentindo necessidade de defender seu ponto de vista. Verifique a vontade de tornar a sua opinião mais importante do que a opinião do outro. Se essa vontade de “estar certo” aparecer em você, saiba que é o EGO. O ego tem necessidade de estar certo. Para o ego, estar errado é a morte. Para satisfazer sua necessidade de estar certo, o ego se comunica com outros egos através da discussão ou da validação.
Na discussão, o ego vê o seu ponto de vista sendo atacado, por isso ele reage e contra-ataca.
É interessante perceber os recursos primitivos que ele utiliza, como aumentar o volume da voz, modificar a entonação da voz para torná-la mais dramática, fazer gestos ou posturas ameaçadoras, entre outros apelos emocionais. Já na validação, o ego encontra pessoas com pontos de vista semelhantes aos seus, e assim se sente “entre amigos”. Durante a validação, os egos “amigos” se inflam através do ataque às pessoas “que não conhecem a verdade”, ou seja, que têm opiniões contrárias às suas. Mas perceba que esses “amigos” só são “amigos” do ego enquanto compartilham opiniões semelhantes. Quando mudam de assunto e as opiniões se tornam conflitantes, a discussão começa novamente.
Enquanto a humanidade continuar vivendo no estágio atual, que é o relacionamento entre egos, não haverá comunicação verdadeira. Enquanto houver necessidade de se defender e atacar, não haverá espaço para ouvir o outro, não haverá espaço para compaixão, que é reconhecer a si mesmo no outro.
Quando você descobre sua verdadeira natureza além desse ego frágil e carente, não há mais necessidade de se defender, não há mais necessidade de atacar, não há mais necessidade de estar certo. É claro que você pode expor seu ponto de vista com firmeza. Você pode continuar concordando ou discordando, normalmente.
Mas você pode se libertar do vício de estar sempre certo, e você pode perder o medo de estar errado. Se você busca a verdade em si mesmo, então deve reconhecer que pode não estar certo todas as vezes. Para sua verdadeira natureza, estar certo ou errado não faz a menor diferença. Estar certo não vai torná-lo melhor do que ninguém, e estar errado não vai torná-lo menos digno.”
OSHO

Dente de Leão: uma planta comum que pode matar as células cancerosas


Estudos recentes realizados na Universidade de Windsor, no Canadá descobriram que Dente-de-Leão pode ser particularmente eficaz na cura e ou mesmo na prevenção do câncer, muito mais do que a quimioterapia que destrói o sistema imunológico.
Particularmente, como mencionado pela universidade no comunicado de imprensa, os pesquisadores estão extremamente confiantes de que descobriram a dose adequada de extrato para o tratamento eficaz do câncer. Eles estão planejando ensaios clínicos utilizando um chá de dente de leão desenvolvido especificamente para isso.
Dr. Siyaram Pandey, bioquímico e líder da pesquisa na Universidade de Windsor, junto com seus outros pesquisadores, têm demonstrado eficácia no laboratório em como extratos de dente de leão afetam as células cancerosas, lidam com a apoptose, ou mesmo suicídio celular, deixando as células saudáveis intactas. “Esta é uma excelente notícia.”, disse Pandey “Esperamos por esta declaração particular por muito tempo e agora é autêntica.”
Destruiu quase todas as células cancerosas em 2 dias
A declaração de fevereiro de 2015 tem um significado único para o projeto que tinha sido dedicado à memória de Kevin Couvillon, que morreu depois de uma luta de três anos com leucemia mieloide grave em novembro de 2010. No ano seguinte, seus pais Dave e Donna Couvillon deram um grande contribuição para a pesquisa do Dr. Pandey.
“Certamente, Kevin iria querer que todos nós continuássemos a luta contra o câncer, para garantir que outras pessoas sejam capazes de escapar deste tipo de destino cruel”, disse Donna Couvillon.”
A formulação de dente de leão usada no Laboratório do Pandey é cerca de 5 vezes mais focada em comparação com os extratos que podem ser comprados em lojas. Continua a ser testado nos ratos de laboratório para derrotar células de câncer de pâncreas, melanoma, leucemia. A oncologista “Caroline Hamm” no WRCC (Windsor Regional Cancer Center), criou um programa para o Health Canada em 2012 para verificar ensaios clínicos humanos. “Isso é uma grande realização”, afirma Dave Couvillon. “Vê-lo acontecendo é o primeiro passo. Agora nós estamos mantendo nossos dedos cruzados para que possamos obter os resultados adequados.
O site da Universidade do Windsor para o projeto Dandelion Root Project (Projeto da Raiz de Dente de Leão) descreve a sua experiência da seguinte forma: No início deste projeto em particular, fomos capazes de avaliar efetivamente o impacto da raiz em numerosas células cancerosas em laboratório. Percebemos a oposição eficaz em câncer de pâncreas e também, leucemia mielomonocítica crônica, leucemia humana de células T, sem qualquer nível de toxicidade para as células saudáveis. Todas essas pesquisas de eficácia foram testadas em ratos, e espera-se que o mesmo ocorra com as células humanas. Os teste clínicos foram iniciados por trinta pacientes, quase todos experimentaram todos os tipos de opções de tratamento do câncer.
Benefícios de saúde do Dente-de-Leão
O dente de leão tem algumas outras vantagens para a saúde também. Os dentes de leão verdes consistem de vitaminas e minerais essenciais como potássio, manganês, magnésio, ácido fólico, ferro, cálcio, vitamina C, riboflavina, tiamina, vitamina B6 e. Eles contribuem com cerca de 535% do consumo diário recomendado da vitamina K, acima de 110% do consumo diário recomendado da vitamina A. Ele contém flavonoides como criptoxantina e zeaxantina, que têm propriedades terapêuticas específicas. Zeaxantina parece proteger a retina, enquanto enfrenta os raios UV do sol, e a criptoxantina pode proteger o corpo contra o crescimento do câncer de pulmão e boca.
* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.
FONTE
verdademundial.com.b

Pesquisa mostra explosão de mortes por uso de calmantes

Medicamentos também são amplamente consumidos no Brasil

Buscar a felicidade e a paz em uma pílula frente às agruras do dia a dia também pode levar uma pessoa bem mais perto da morte. Estudo publicado ontem no “American Journal of Public Health” identificou uma explosão no número de vítimas de overdose associada ao uso de medicamentos benzodiazepínicos, popularmente conhecidos como calmantes, nos EUA, entre 1996 e 2013. O número de mortes ultrapassou em muito o crescimento, também significativo, no consumo dessas substâncias no mesmo período.
Sintetizados pela primeira vez no início da década de 1960, os compostos benzodiazepínicos trouxeram uma revolução na forma de lidar com distúrbios psíquicos. Chamados ansiolíticos, e também apelidados de “drogas da paz”, eles são receitados para tratar de ansiedade à insônia, passando por estresse, tristeza, fobias e outros transtornos de humor muito comuns na sociedade moderna. Com isso, eles logo se tornaram os medicamentos psicotrópicos (que agem no sistema nervoso central) mais usados no mundo. Embora sejam muito mais seguros que as opções anteriores, como os chamados barbitúricos (que tiveram entre suas vítimas mais famosas a atriz Marilyn Monroe, morta em 1962), seu consumo indiscriminado, principalmente quando aliado ao uso de outras drogas lícitas e ilícitas, em especial álcool e analgésicos opioides, pode ser extremamente perigoso.
Assim, segundo os pesquisadores liderados por Marcus Bachhuber, professor da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, esses medicamentos estão por trás de nada menos que 31% das quase 23 mil fatalidades relacionadas a remédios controlados no país em 2013, levando a uma taxa de 3,14 mortes a cada 100 mil adultos naquele ano, um aumento de mais de quatro vezes frente à 0,58 morte por 100 mil adultos registrada em 1996. Enquanto isso, nesses mesmos 18 anos, o número de prescrições subiu “apenas” 67%, de 8,1 milhões para 13,5 milhões.
— Este é um problema de saúde pública que tem ficado fora do radar — alerta Bachhuber. — As overdoses de benzodiazepínicos têm aumentado numa taxa muito mais rápida do que a alta na prescrição dessas drogas, indicando que as pessoas as estão tomando de forma mais arriscada.
REMÉDIO GERA DEPENDÊNCIA E TOLERÂNCIA
Ainda de acordo com os pesquisadores americanos, outra explicação para a maior mortalidade associada aos benzodiazepínicos pode estar ligada à quantidade ingerida. Assim como muitas outras drogas psicoativas, legais ou não, esses compostos causam dependência e tolerância, ou seja, é preciso tomar mais para obter o mesmo efeito. Dessa forma, a quantidade total de benzodiazepínicos consumida nos EUA mais que triplicou no período da pesquisa, saltando de 1,1 quilo por 100 mil adultos em 1996 para 3,6 quilos em 2013, em cálculo que traduziu as dezenas de princípios ativos dessa classe de medicamentos na equivalência a apenas um deles, o lorazepam (vendido no Brasil com a marca Lorax).
— A maior quantidade de benzodiazepínicos receitada aos pacientes sugere doses diárias maiores ou mais dias de tratamento, ambos fatores que também podem aumentar o risco de uma overdose fatal — destaca Joanna Starrels, coautora do estudo e também professora da faculdade de medicina nova-iorquina.
No Brasil, não há estatísticas sobre as mortes relacionadas ao uso de medicamentos controlados, mas os números do consumo de benzodiazepínicos indicam que o problema aqui pode ser igual ou mesmo maior que nos EUA. E não é por menos. Distribuído no país sob a marca Rivotril, um desses compostos, o clonazepam, foi o sétimo remédio mais vendido em 2012 de acordo com a IMS Health, consultoria especializada em dados da área de saúde. Psiquiatra especialista em dependência química, Analice Gigliotti critica o que classificou como “exagero” na prescrição dessas substâncias, principalmente por médicos clínicos gerais.
— Os benzodiazepínicos fazem parte do grupo dos famosos “remédios tarja preta”, que têm venda controlada e precisam ser prescritos com um receituário especial — lembra Analice. — Mas às vezes eles são receitados de maneira indiscriminada, e os médicos que mais os prescrevem são os clínicos gerais. Os pacientes muitas vezes pedem aos médicos para continuar a tomar os medicamentos e alguns deles dão a receita sem se dar conta de que essas substâncias geram tolerância e dependência. E essas prescrições são muito comuns no Brasil, muito mais do que deveriam ser.
PERIGO PARA DEPRESSIVOS
Ainda segundo a especialista, outro perigo pouco abordado quando na prescrição deste tipo de composto é seu efeito em pacientes predispostos à depressão, particularmente os que têm histórico familiar do distúrbio. Apesar de reconhecer que, no geral, os benzodiazepínicos são tão seguros que dificilmente o consumo mesmo de uma caixa inteira de um medicamento dessa classe de uma vez leva à morte se tomado sozinho, sua combinação com outras substâncias depressoras do sistema nervoso central, como o álcool, é, sim, potencialmente fatal.
— Aí é mel na sopa, mão na luva, pois é algo com que uma pessoa pode se matar — alerta. — Apesar de não se saber qual a dose necessária para uma overdose em um paciente em particular, quem usa benzodiazepínicos com álcool certamente tem algum problema ou transtorno psiquiátrico importante e tendência ao uso de outras medicações, em misturas que elevam em muito o risco de morte.
– O Globo

MÉDICO NORTE-AMERICANO REVELA: “A QUIMIOTERAPIA NÃO FUNCIONA EM 97% DOS CASOS”




O câncer continua sendo uma das mais terríveis doenças que a humanidade já viu.
 
É uma das principais causas de morte no mundo.
 
Como um sistema de tratamento tão avançado não consegue diminuir as perdas?
Bom, talvez a quimioterapia e a cirurgia não sejam verdadeiros avanços.
 
É assim que pensa o dr. Peter Glidden.
 
Esse médico americano se destaca por ter a coragem de lutar contra o sistema.
 
Formado há quase três décadas pela universidade de Massachusetts, ele é um árduo defensor da medicina natural.
 
E um crítico feroz da quimioterapia.
 
Ele costumar citar um estudo publicado no Journal Clinical Oncology, que estranhamente foi ignorado pela mídia e pelos profissionais da área.
 
Esse estudo mostrou que a maioria dos pacientes num período de 12 anos, após receber quimioterapia, ainda não haviam sido curados.
 
Na verdade, 97% ainda tinham vestígios da doença.
 
Talvez você, como milhares de pessoas, pergunte: “Então por que ainda usamos a quimioterapia?”
 
Para o dr. Glidden, só há uma explicação: o dinheiro.
 
Os remédios usados nesse tipo de tratamento são comprados de poderosas empresas farmacêuticas.
 
Em seguida, são vendidos aos pacientes – com preços elevadíssimos.
 
Por isso, é muito interessante para quem quer lucrar o tratamento feito por quimioterapia.
 
O médico alerta: a quimioterapia está matando as pessoas.
 
Dr. Peter Glidden – Quimioterapia
 
E reforça: em 97% dos casos, ela é ineficiente.
 
O dr. Glidden cita mais um estudo.
 
Desta vez, realizado na Austrália e que analisou o efeito da quimioterapia depois dos cinco primeiros anos em adultos.
 
O resultado da pesquisa é que a quimioterapia citotóxica teve um efeito de apenas 2,3% na Austrália e de 2,1% nos EUA.
 
Portanto, declara o dr. Glidden, “está claro que a contribuição da quimioterapia para a cura do câncer é muito baixa”.
 
Para Glidden, essa é apenas a ponta do iceberg, pois a indústria farmacêutica tem total controle sobre nós.
 
E o que precisamos é de uma medicina humanizada, que vise à saúde e ao bem-estar das pessoas, em vez do lucro financeiro.
 
No entanto, ele não é o único a pensar assim.
 
O dr. Leonard Coldwell acredita que a quimioterapia é uma bomba na mão dos médicos.
 
“Eles bombardeiam todo o corpo e, em seguida, dizem que o câncer está morto”.
 
A quimioterapia, segundo o dr. Coldwell, destrói todas as funções bioquímicas e bioelétricas do corpo.
 
Então, o câncer não tem mais força, mas não apenas ele: todo o corpo do paciente está enfraquecido.
 
Isso é o que chamamos de cura?
 
O doutor acredita que o problema está na forma em que os médicos foram treinados.
 
Eles parecem que não aprenderam a curar pessoas, mas apenas a fazer cirurgias e aplicar produtos químicos para acabar com os sintomas das doenças.
 
Como desabafo, ele compartilha o que tem observado há muito tempo: a taxa de suicídio entre os médicos nos Estados Unidos só aumenta, além da dependência ao álcool e outras drogas – talvez isso seja o reflexo de uma vida profissional frustrada.
 
Falamos de frustração não pelo lado financeiro, mas por não conseguirem salvar vidas como gostariam.
 
Muitos desses médicos provavelmente sabem que a quimioterapia não é o melhor caminho para curar o câncer – mas continuam a fazer porque o sistema assim o quer.​
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FONTE: CURA PELA NATUREZA
http://verdademundial.com.br/

“A quimioterapia mata mais do que o câncer” – Denúncia Médica



Se você se assustou com o título deste artigo certamente vai se impressionar ainda mais com o relato que vou fazer. O momento é propício para a reflexão, sem generalizar ou tentar buscar respostas fáceis, sobre uma verdadeira máfia da doença.Hoje minha intenção é fazer você refletir. Vou falar sobre a verdade do sistema farmacêutico no Brasil, onde profissionais ganham comissões, viagens, jantares e congressos, tudo para que simplesmente prescrevam medicamentos à população. Sem dúvida alguma esta é uma das reportagens mais assustadoras que você verá em termos de saúde, sobre uma verdadeira máfia da doença.

Esta é uma história verídica que presenciei e vou, com toda certeza, fazê-los pensar muito.Vou resumi-la para que vocês entendam o recado diretamente:

Gustavo (nome fictício) descobriu que era portador de um tumor de reto (câncer de intestino) há alguns meses.

Estava bem, mas com única queixa de sangramento ao evacuar. Desespero familiar e pessoal, primeiro caso na família, homem jovem (50 anos), de hábitos de vida e alimentação saudáveis. Foi levado aos especialistas conhecidos como “professores”, “PhDs” na cidade do Rio de Janeiro e a decisão foi tomada: apesar de não haverem evidências de metástase, ele entraria no protocolo da Quimioterapia seguida de Radioterapia e depois seria submetido a cirurgia curativa.

Como ele tem médicos na família, a decisão teve forte apoio familiar e confiança total no protocolo indicado. Em seu caso, indicaram uma Quimioterapia nova, com doses orais e um tratamento particular.

Naquele “jogo” habitual de um médico mandando pro outro para estabelecerem um tratamento “ideal”, o tratamento foi iniciado.

Lembro como se fosse hoje, de ter passado algumas noites pensando sobre o que eu poderia fazer para ajudá-lo, já que toda estrutura da minha Clínica fica em Porto Alegre e que, mesmo assim, muito do que eu aconselharia, poderia trazer sérios problemas sociais de minha opinião, com a opinião mais ortodoxa dos familiares médicos.Passei dias pensando na frase que ouvira não só de um de meus maiores mestres, Dr. Lair Ribeiro, bem como da boca de outros muitos cientistas desvinculados às indústrias farmacêuticas: “Grande parte dos pacientes com Câncer não morrem do câncer, mas sim das Quimioterapias”.

Decidi ir até ele, e ainda no primeiro dia de seu tratamento fui claro e objetivo. Disse-lhe que se fosse Eu, em seu caso, sem metástases, não faria Quimioterapia.

O motivo é longo, mas fundamentalmente baseado no fato de que ninguém sabe o que pode acontecer de efeitos colaterais com estes venenos. Se fosse realizada somente a Radioterapia na busca de diminuir o Tumor e, posteriormente uma Cirurgia para removê-lo, com toda certeza a segurança era muito alta de resolução do problema.

Portanto, Quimioterapia para que? Para talvez uma possibilidade de, no futuro, não ter recidiva? E como acreditar nisso, se nunca comparamos os indivíduos com eles mesmos para saber se realmente vale a pena ou não nestes casos? Vejam bem, estou falando sobre um caso isolado, pois em outros tipos de tumores, as abordagens podem ser diferentes e mesmo minha opinião sobre Quimioterapia pode ser positiva.

Mas isso me motivou a pesquisar, pesquisar e ver que por coincidência, a única classe de medicamentos NO MUNDO que até hoje nunca precisou ser comparada a placebo (pílula de farinha ou açúcar), foram os Quimioterápicos.

Muito estranho, pois a resposta da indústria farmacêutica é que esta doença é muito importante, que não há espaço para se comparar com placebo.

Então, resumindo:

  • Nunca testamos a diferença das quimioterapias em termos de recidiva, com tratamento placebo!
  • Milhares de pessoas morrem por efeitos adversos destes venenos!
  • Se realizar a cirurgia estaremos “nos livrando” do problema!
  • Só Deus sabe se no futuro haverá recidiva (existem muitos detalhes aqui a serem ditos)!
Bom, não tinha como eu não ir lá e falar com aquele homem, colocar pra fora a angústia que me prendia ao conhecimento que tinha comigo. Ao mesmo tempo sabia que seria somente uma voz, que apesar de ter muita confiança por parte dele, não transcenderia a opinião daqueles super especialistas. E na verdade, inclusive quando fui até o Dr. Lair Ribeiro para pedir-lhe opinião, fui aconselhado a não interferir, por diversos motivos.A evolução do tratamento passou a ser drástica e triste, pois já no quarto dia da quimioterapia o homem estava em uma situação absolutamente debilitada, nem parecia mais aquele homem enérgico e com toda vida que conhecera e já aproximadamente no sétimo dia ele teve que ser internado em um hospital de médio porte.

A situação se agravou, a CTI daquele hospital não tinha condições para atendê-lo quando o quadro evoluiu para insuficiência respiratória, e graças então ao familiar, depois de muita luta para tentar conseguir uma vaga em um hospital que pudesse mantê-lo vivo, a transferência foi feita.

Situação de tristeza familiar, transtorno para toda aquela família que teve que se deslocar ao Rio de Janeiro para lutar junto daquele homem diariamente, desestabilização financeira, psicológica, enfim aquela história que não desejamos nem aos nossos piores inimigos (para quem os tem).

Os efeitos da Quimioterapia mantiveram-no em coma por quase 3 meses e, coincidentemente, no leito ao lado (em um dos melhores e mais bem equipados hospitais do Rio de Janeiro), também estava uma pessoa em coma devido a efeitos colaterais de quimioterápicos.

Luta comoção. Eu mesmo visitei-o frequentemente e fiz questão de encostar-se a ele e incentivar todo familiar que fizesse a higiene adequada e também o fizesse, ao contrário de todos os “avisos” dizendo para encostar o mínimo possível no paciente pelo risco de infecção.

Mas pedi que todos tivessem somente pensamentos positivos, concentrassem suas energias em coisas boas e nunca em tristeza e piedade por aquela situação.

Quem chegasse ao lado dele, apesar da cena assustadora inclusive para médicos, com a pele completamente alterada e parecendo queimada, sem cabelos, emagrecimento com edema generalizado e todos os aparelhos possíveis, tinha que sorrir, conversar com ele em tom firme, ter certeza de que melhoraria e passando através das mãos sobre qualquer parte de seu corpo, um feixe de energia potente, de luz amarelo ou dourado brilhante (baseado em conceitos CROMOTERÁPICOS milenares).

Bem, mas passados 3 meses ele saiu do coma, indo contra qualquer opinião médica possível, pois todos eram enfáticos em dizer que as chances eram mínimas (e eu como médico sei que estavam ali falando exatamente a verdade dos fatos).Saído do coma foi para o leito e, após mais 1 mês recuperando-se, conseguiu sair do Hospital, porém com o seu foco do problema (o Câncer), absolutamente em segundo ou último plano.

O objetivo durante toda internação, foi salvar a sua vida dos efeitos da Quimioterapia e só. E a partir do momento em que se iniciou o quadro dos efeitos maléficos, vocês sabem quantas vezes aquele médico professor PhD e super especialista que indicou o tratamento, se pronunciou ou ao menos foi até o hospital ver o que havia acontecido e explicar o porque? NENHUMA!

Parece brincadeira, mas não é! O trabalho daquele profissional foi simplesmente indicar uma droga (sabe-se lá com quais reais motivos) e lavar as mãos para o que poderia ou não acontecer, afinal de contas, ele estaria protegido pelo Protocolo.

Todos prescreveriam algum quimioterápico, pois faz parte do protocolo de tratamento. Mas vocês querem saber o que eu peso? Desculpem-me a expressão, mas “que se dane o protocolo”, não estamos tratando robôs nem animais irracionais! Lidar com pessoas, necessita individualização de condutas, personalização de opções terapêuticas e análise criteriosa de riscos X benefícios.

Máfia da Doença: médicos que podem matar pacientes
Se este tipo de conduta pode levar o paciente à morte sem nenhuma garantia de que no futuro irá de fato evitar uma recidiva, ao passo que o outro tratará diretamente o problema, o mínimo desejável e esperado é que as coisas sejam esclarecidas com paciente e família.O mínimo é honestidade, ponderação, humanização. E depois do problema, simplesmente dizer que ele caiu na estatística e que poderia acontecer, e que a culpa é do câncer? Nem se quer ir até o Hospital e a família ser obrigada a contratar, em caráter obrigatório e particular, um médico que possa acompanhar e tentar resolver a situação dentro do CTI, se tornando o médico responsável? Parece piada, sinceramente!

Sim, revolta, mesmo eu sendo médico, sabendo que a maioria dos médicos não compactua com estas atitudes, mas também sabendo que, como os próprios familiares médicos fizeram, acabamos acreditando que era realmente a única e correta opção, pois aprendemos nas universidades que os protocolos devem ser seguidos independentes do caso e atrás disto, nos escondemos e eximimos da responsabilidade da consciência pessoal literalmente.

E esperem aí, porque a história ainda não terminou! Um dos efeitos colaterais dos quimioterápicos foi uma queimadura extensa também a nível interno das mucosas e o esôfago estenosou (fechou, colou). Resultado disto: alimentos não passam mais pelo trato digestores e ele está sendo obrigado a se alimentar por uma sonda colocada através da pele diretamente no estômago todos os dias, mesmo após 3 meses fora do Hospital.

(Neste período ele está se recuperando, que fique claro, não do câncer, mas da quimioterapia), se alimentando por sonda, ou seja, necessita sempre de ajuda para o preparo, caminhando agora com muletas, pois passou boa parte do tempo sem conseguir firmar as pernas devido a uma grande perda de massa muscular e, enfim, buscando estar recuperado para a próxima etapa.

A situação atual é que ele retomou somente a radioterapia para tentar desta vez diminuir o Tumor, depois será submetido a uma cirurgia para removê-lo, depois recuperação e, por último, a parte mais delicada e perigosa: tentativa de reconstrução do trânsito digestivo através de uma complicada cirurgia.

Mas vamos aos fatos e deixem-me tentar respirar profundamente, secar meus olhos cheios de lágrimas, e pontuar o objetivo deste meu post: será realmente que estamos no caminho correto? É esta A MEDICINA AVANÇADA que temos em pleno 2014? Como confiar neste tipo de abordagem? Quais são os interesses que estão movendo parte de nossa ciência?As questões são inúmeras, eu tenho boa parte das respostas e você deve tentar construir as suas, pois já lhes dei aqui muita informação para fazê-lo.

Gostaria de lembrar que NUNCA tenho objetivo de generalizar uma comunidade inteira de médicos, nem mesmo das especialidades.

A você, que está lendo este post, agradeço por fazer parte de uma corrente em busca de mudanças. Agradeço o interesse pela saúde e peço que compartilhe, principalmente as reportagens, pois precisamos acordar para uma realidade diferente. É injusto generalizarmos classes, porém se quisermos justiça devemos fazer a nossa parte para atingi-la.

Esta ligação tão próxima de indústrias farmacêuticas com médicos, os pagamentos de comissões, aquele programa “ROPP” que contabiliza, identifica e recompensa os profissionais que mais receitam um ou outro fármaco, que paga congressos, jantares, reformas e enchem os consultórios médicos de representantes com suas AMOSTRAS “grátis” não são o caminho correto e todos nós sabemos disto.


POR: http://verdademundial.com.br

FONTE: A MÁFIA DOS MÉDICOS

Como o Jejum Intermitente Pode Ajudar você.







Por Dr. Mercola
No documentário em destaque, Coma, Jejue e Viva Mais (Eat, Fast and Live Longer), o autor e jornalista britânico Dr. Michael Mosley documenta sua jornada durante o período em que decidiu experimentar o jejum para conferir se haveria melhora em sua saúde.
No início, o exame de sangue revelou que ele estava prestes a tornar-se diabético e com as taxas de colesterol altas, problemas que o médico que o atendia queria tratar com remédios. Preocupado com o diagnóstico, especialmente por considerar-se a si mesmo, de certa forma, especialista em estratégias convencionais de saúde, o Dr. Mosley decidiu investigar as alternativas disponíveis.

O Corpo Foi Construído Para Enfrentar Ciclos Periódicos de ‘Fartura e Fome’

De fato, o jejum oferece muitos dos benefícios para a saúde mais procurados pela maioria das pessoas: melhor saúde cardiovascular, menor risco de câncer, recuperação de genes e longevidade.
Resumindo, ele descobriu que parte do que parece estar estimulando o processo das doenças é o fato de que nos alimentamos com muita frequência. Quando se está constantemente no “modo fartura”, o corpo perde muito de sua “programação de recuperação e rejuvenescimento” natural.
É verdade que a restrição rigorosa de calorias promove perda de peso e maior longevidade nos modelos animais, mas esse tipo de “dieta da fome” não é uma estratégia muito atraente para a maioria das pessoas.
No entanto, pesquisas mostram que é possível alcançar os maiores ou todos os benefícios de um programa rigoroso de restrição calórica por meio do jejum intermitente, ou seja, um cronograma de alimentação que consiste em comer bem durante alguns dias e cortar rigorosamente as calorias em outros.
O jejum imita os hábitos alimentares de nossos ancestrais, que não tinham acesso aos mercados nem a uma alimentação constante. Eles passavam por períodos de fartura e fome e as pesquisas modernas mostram que esse ciclo produz uma variedade de benefícios bioquímicos.
Resumindo, alterando o que e quando a alimentação é consumida, é possível alterar dramaticamente o funcionamento do corpo. E esta é uma ótima notícia.

Benefícios do Jejum Intermitente Para a Saúde

No contexto histórico, o jejum é bastante comum, pois há milhares de anos faz parte de práticas espirituais. Mas a ciência moderna confirmou que há vários bons motivos para jejuar, inclusive o seguinte:
  • Normalização da sensibilidade à insulina e à leptina  e o aumento da eficiência da energia mitocondrial: Um dos principais mecanismos que fazem o jejum intermitente ser tão benéfico para a saúde está relacionado ao impacto que ele causa na sensibilidade à insulina.

    Apesar de o açúcar ser uma fonte de energia para o corpo, ele também estimula a resistência à insulina quando consumido nas quantidades encontradas em nossas dietas modernas, recheadas de alimentos processados e pobres. A resistência à insulina, por sua vez, é um dos principais causadores das doenças crônicas, das doenças cardíacas ao câncer.

    O jejum intermitente ajuda a redefinir o corpo para usar a gordura como combustível principal e cada vez mais evidências confirmam que, quando o corpo se adapta à queima de GORDURA em vez de açúcar como combustível principal, o risco de doenças crônicas cai dramaticamente
  • Normalização dos níveis de grelina, conhecida também como o “hormônio da fome”
  • Aumento da produção do hormônio do crescimento humano (HGH): Pesquisas mostraram que o jejum pode aumentar o HGH em cerca de 1.300 por cento nas mulheres e 2.000 por cento nos homens, fato que representa um papel importante na saúde, boa forma e desaceleração do processo de envelhecimento.
  • Redução dos níveis de triglicerídeo e melhoria de outros biomarcadores das doenças
  • Redução do estresse oxidativo: O jejum reduz o acúmulo de radicais oxidativos na célula, impedindo assim o dano por oxidação de proteínas celulares, lipídios e ácidos nucleicos associados ao envelhecimento e à doença
Diversas pesquisas mostram que o jejum exerce um impacto benéfico na longevidade dos animais. Vários são os mecanismos que contribuem para este efeito.
O jejum intermitente é, sem dúvida, a maneira mais eficiente que eu conheço de perder gorduras indesejadas e eliminar a ânsia por açúcar. Como muitos de nós carregam gordura em excesso que não conseguimos queimar, este é um benefício muito importante.
Quando o açúcar não é necessário como combustível principal, o corpo não anseia tanto por ele nos momentos em que o estoque de açúcar está baixo.
Conforme mencionado acima, o outro mecanismo que torna o jejum tão eficiente para a perda de peso é o fato de que ele provoca a secreção de HGH, um hormônio que queima gordura e que oferece muitos benefícios "rejuvenescedores" para a saúde e boa forma.
Finalmente, mas não menos importante, o jejum intermitente foi identificado também como um aliado poderoso na prevenção e talvez até mesmo no tratamento da demência. Inicialmente, as cetonas são liberadas como subproduto da queima de gordura e são elas, não a glicose, o combustível realmente preferido do cérebro.
Além disso, o jejum intermitente aumenta a produção de uma proteína chamada de Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), que ativa as células-tronco neurais e as converte em novos neurônios, disparando várias outras substâncias químicas que promovem a saúde neural.
Protege também as células neurais contra alterações relacionadas às doenças de Alzheimer e de Parkinson.

Plano de Jejum Intermitente 5:2

O jejum intermitente é um termo abrangente que cobre uma grande variedade de cronogramas de jejum. De forma geral, envolve a eliminação total ou parcial de calorias, duas vezes por semana, em dias alternados ou mesmo diariamente.
Dr. Mosley ficou tão convencido sobre os benefícios do jejum intermitente para a saúde que escreveu um livro sobre o assunto, chamado A Dieta dos 2 Dias (The Fast Diet): Fique mais magro e saudável com o método do jejum intermitente.
O cronograma de jejum que ele sugere no livro (após experimentar duas variações no filme), é alimentar-se normalmente durante o período de cinco dias a uma semana e jejuar por dois. Este cronograma costuma ser chamado de método do jejum intermitente “5:2”.
Nos dias de jejum, ele recomenda reduzir a alimentação para um quarto da sua ingestão diária normal de calorias ou cerca de 600 calorias para os homens e cerca de 500 para as mulheres, junto com muita água e chá. O Dr. Mosley afirma ter perdido cerca de 8 quilos em dois meses seguindo este método de jejum intermitente 5:2.

Jejum em Dias Alternados, Outra Alternativa

Outra variação muito comum é o jejum em dias alternados. Este protocolo de jejum é exatamente o que o nome sugere: um dia de jejum, outro não. Incluindo o tempo que passamos dormindo, o jejum pode chegar a cerca de 32 a 36 horas.
O inconveniente é que ele exige que você vá dormir de estômago vazio dia sim, dia não, o que pode ser difícil, pelo menos no início, para a maioria das pessoas.
No entanto, de acordo com a Dra. Krista Varady, autora do The Every-Other-Day Diet: The Diet That Lets You Eat All You Want (Half the Time) and Keep the Weight Off, o cronograma de jejum em dias alternados apresenta uma taxa de observância muito maior do que outros cronogramas de dieta.
No fim, o melhor cronograma de dieta é o que você conseguir seguir. Se ficar trapaceando o tempo todo, não vai funcionar.
A pesquisa da Dra. Varady mostra que o jejum em dias alternados, com o consumo de 500 calorias nos dias de jejum e consumo normal nos dias fora da dieta, é tão eficiente para a perda de peso quanto o jejum completo, sendo que é muito mais fácil manter esse tipo alternado de regime de jejum.
Em seu estudo, concluído recentemente, os participantes consumiam suas refeições de baixa caloria durante os dias de jejum no almoço ou no jantar. Dividir a refeição de 500 calorias em várias refeições menores ao longo do dia não gerou um resultado tão bom quanto consumir apenas uma refeição uma vez ao dia.
O principal problema está relacionado ao cumprimento do programa. Se consumir somente 500 calorias em um dia, a perda de peso será garantida. Mas ao consumir pequenas quantidades de alimentos várias vezes ao dia, é muito mais provável que deseje mais, fato que aumenta dramaticamente o número de trapaças.

Minha Recomendação Pessoal

Uma terceira versão do jejum intermitente ea que recomendo e uso pessoalmente, resume-se a restringir o consumo diário a um período de tempo específica como, por exemplo, um período de oito horas.
Experimentei diversos tipos de cronogramas de alimentação durante os últimos três anos, e esta é a minha preferência pessoal, pois é realmente fácil de cumprir, quando o corpo passa a queimar gordura como combustível principal no lugar do açúcar.
A gordura, por ser um combustível de queima lenta, permite continuar o programa sem o sofrimento proveniente das falhas drásticas de energia associadas ao açúcar. E se não estiver com fome... bem, não se alimentar durante várias horas não será tão difícil! Fazemos isso todos os dias até que nossa resistência à insulina e à leptina aumente (e o peso, a pressão arterial, a taxa de colesterol ou a diabetes se normalizem).
Continuamos então fazendo isso com a frequência necessária para permanecermos saudáveis.
Eu usei uma janela de seis horas até passar a queimar gordura como combustível e, atualmente, me alimento dentro de um período de 9 a 10 horas, ingerindo pequenos lanches ou nozes de macadâmia durante esse período. Raramente consumo qualquer coisa por quatro ou mais horas antes de ir dormir.

O Que Consumir Nos Dias Fora do Jejum?

Em seu documentário, a Dra. Krista Varady leva o Dr. Mosley para almoçar em um restaurante de fast-food, comentando que parece não fazer diferença  o que consumimos nos dias fora do jejum, desde que ele seja mantido corretamente em dias alternados.
Recomendo cautela com as versões de jejum intermitente que oferecem carta branca para consumir toda a comida rápida que quiser quando não estiver no dia do jejum, pois isso é terrivelmente contraproducente. Pessoalmente, não posso concordar nem promover essa ideia.
Vejo o jejum intermitente como um estilo de vida, não uma dieta, e isso significa fazer escolhas saudáveis toda vez que vamos nos alimentar. O objetivo é buscar simular os padrões de alimentação de nossos ancestrais, que consistia em padrões constantes de fartura e fome.
Além disso, se a alternância entre a farta ingestão de fast-food e o jejum já pode produzir resultados metabólicos favoráveis, imagine os benefícios para a saúde se fizer escolhas saudáveis toda vez que se alimentar!
Infelizmente, a Dra. Varady não dá importância aos perigos dos alimentos processados e, em especial, das gorduras trans. Ela se concentra basicamente na quantidade, não na qualidade, das calorias.
Uma dieta saudável envolve minimizar o consumo de alimentos processados e ricos em carboidratos e sem amido, substituindo-os por gorduras saudáveis, como o óleo de coco, o azeite de oliva, azeitonas, manteiga, ovos, abacates e nozes (a macadâmia é especialmente benéfica, pois tem muita gordura e pouca proteína).
Recomendo também consumir proteína com moderação e verificar se a carne e outros produtos de origem animal, como laticínios e ovos, são orgânicos, oriundos de animais alimentados no pasto.
Recomendo cautela também no consumo de grandes quantidades de frutas, como o Joe Cordelli, o rapaz com restrição de calorias do início do filme.
Ele começa o dia com uma tigela de frutas excessivamente grande e, mesmo jogando fora os pedaços mais ricos em frutose, acredito que a maioria das pessoas deveria evitar o consumo de frutas em grandes quantidades, pelo menos até que seu peso e sua saúde voltem ao normal.
E por falar em açúcar, se for guloso com doce, não se desespere. Normalmente, a mudança para a queima de gordura como principal combustível demora várias semanas para acontecer, mas quando acontece, a ânsia por alimentos pouco saudáveis e carboidratos desaparece automaticamente.
Mais uma vez, isso acontece porque agora o corpo consegue queimar a gordura armazenada e não precisa contar com novos carboidratos de queima rápida para usar como combustível.

É Necessário Ter Cuidado Especial Com o Jejum ou Talvez Seja Melhor Evitá-lo?

O jejum intermitente é apropriado para a maioria das pessoas, mas se sofrer de hipoglicemia ou diabetes, é preciso ter cuidado especial. Entre as pessoas que se beneficiariam mais evitando o jejum estão aquelas que vivem em estresse crônico (fadiga adrenal) e cujo cortisol está desregulado.
As gestantes ou as mulheres que estão amamentando também devem evitar o jejum. O bebê precisa de muitos nutrientes durante a gestação e após o nascimento e não há pesquisa que apoie o jejum durante esse período de grande importância.
Recomendo que, em vez disso, procure realmente melhorar a alimentação. Uma dieta com muitos alimentos orgânicos crus e rica em gorduras saudáveis, combinada ao consumo de proteínas de alta qualidade, favorecerá a saúde do bebê.
Lembre-se de incluir também bastantes alimentos cultivados e fermentados para otimizar a sua flora intestinal e, consequentemente, a do seu bebê. 
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