5 de ago de 2018

A relação entre Famílias e o Subconsciente Humano - Como o grande poder do Subconsciente pode impedir alguém de crescer?

Uma parte considerável do que pode estar impedindo você de ir em busca de uma vida melhor, ou de alcançar definitivamente os seus sonhos, pode ser fruto da bagagem emocional que sua família lhe deu e lhe empurra através do vínculo. É possível que você se sinta tão preso ao seu contexto familiar que a possibilidade de viver com plenitude e liberdade pareça algo muito distante e difícil.

Mas pode não ser.

Muitas pessoas todos os meses chegam até mim para receberem o tratamento da RTS com conflitos familiares do presente ou do passado. 

Mesmo aquelas situações, épocas, palavras ditas, agressões psicológicas ou físicas de muito tempo atrás podem estar AINDA HOJE gerando complicações para você. Isto porque dentro do subconsciente não existe TEMPO

Dizemos que o Subconsciente Humano é atemporal porque tudo que acontece lá "fica" acontecendo para sempre.

Aquelas palavras que lhe foram ditas na infância, retumbam dentro de você até hoje e impedem que você se sinta mais confiante na busca de sucesso financeiro, de um relacionamento amoroso de qualidade e duradouro, assim como para você falar em público. E aquela vez que você foi rejeitado(a)? E quando se sentiu humilhada(o)? Lembra de quando quis revidar e não conseguiu?

Pois é... tudo ainda está aí e tende a permanecer se não houver uma intervenção no seu subconsciente.

Infelizmente a condição humana está forjada de uma forma em que constantemente vamos gerando esses conteúdos no nosso subconsciente de forma acumulativa e adoecedora.

Eu recomendo que você faça o mesmo que várias pessoas e faça o tratamento da RTS. Não existe motivo para postergar o sue bem-estar. A sua vida é curta e você pode aproveitar essa brevidade realizando várias coisas para si, para as pessoas que ama e para a HUMANIDADE TODA! Já pensou? 

P


Por Que Às Vezes É Necessário Cortar Relações Com Familiares?


Relacionar-se com parentes nem sempre é fácil.
Mas a gente não escolhe em que família vamos nascer, não é verdade?
Se você pensa em se afastar de um ou mais parentes problemáticos, saiba que há muitas razões que podem apoiar sua decisão.
Por outro lado, se acredita que os problemas familiares que vem enfrentando são passageiros e podem ser resolvidos, vá à luta.
Nesta matéria, separamos cinco motivos que fazem as pessoas se afastarem dos parentes.
Às vezes, uma atitude radical é necessária para evitar graves problemas emocionais e psicológicos.
1. Família que só procura você quando está precisando de alguma coisa.
Esse tipo de relacionamento não é saudável.
Geralmente, as pessoas que só aparecem quando precisam são as primeiras a correrem quando você está em apuros.
Sabe como isso se chama?
Amor condicional. Ou seja, há condições e limites para que se importem uns com os outros.
2. Família que apenas julga
O mundo está cheio de “juízes”.
Isso nos faz lembrar do rei de “O pequeno príncipe”, quando diz: “É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio”.
Quem não tem parentes que só fazem reclamar e apontar o dedo?
Se é uma crítica construtiva, vale a pena ouvir.
No entanto, tem gente que critica apenas para elevar a própria autoestima.
Resultado: você fica mal e não resolve os problemas.
Se não há respeito, não tolere. Amor
de verdade não machuca.
3. Família fofoqueira
Se sua família vive falando mal de você e é incapaz de guardar segredos, então é melhor se preservar.
A vantagem de ter família é poder sentir o amor e a proteção das pessoas. Mas, se isso não é possível, é melhor se afastar.
4. Família desajustada
Não é normal uma pessoa insultar você agora e daqui a pouco fazer de conta que nada aconteceu.
Isso não é saudável!
Muitas famílias insultam demais o parente. Depois, para compensar, tentam voltar atrás, tratando bem e agradando a vítima.
5. Família manipuladora
Ela faz você se sentir impotente e até culpado por um erro que você não cometeu. Pessoas assim nunca admitem quando erram e sempre buscam fazer com que você se sinta como o injusto da história.
Essa manipulação psicológica é muito prejudicial. Por isso é importante fugir dela.


 

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Afastar-se de certas pessoas melhora a saúde da alma


Algumas pessoas cansam-nos, sugam-nos energia e aniquilam a nossa capacidade de sermos felizes. Elas são verdadeiras destruidoras da nossa saúde e paz interior. Afasta-te delas e verás uma incrível melhoria na tua vida.

A verdade é que ao longo do tempo, passamos a desconhecer muitas pessoas que pensávamos conhecer, e percebemos que vivemos sujeitos às suas exigências, à sua conversa, ao seu comportamento e, especialmente, às suas emoções e atitudes tóxicas.

Essas pessoas não sabem respeitar nem ter consideração pelos outros, e utilizam-nos como marionetes do seu mau caráter e alvos de conflitos externos e internos. Elas não vivem nem deixam viver e, portanto, impedem o desenvolvimento e crescimento pessoal daqueles que as rodeiam.

Podem fazer isso de forma consciente ou não, mas é evidente que nos afogam e intoxicam, fazem-nos sentir vulneráveis, fazem com que fiquemos com raiva facilmente ou que desejemos fugir e abandonar tudo.

Obviamente, embora fosse mais adequado, nem sempre podemos afastar-nos fisicamente destas pessoas, pois podem pertencer à nossa família ou serem nossos colegas. No entanto, podendo ou não fazê-lo fisicamente, o importante é conseguir um distanciamento emocional. Então, o melhor a fazer é começarmos por ter a força para nos mantermos fora da sua capacidade de ação, não permitindo que elas influenciem o nosso comportamento.

Como podemos distanciar-nos emocionalmente de alguém que nos fere?

Se tens alguém na tua vida que te está a magoar, tu podes jogar com a vantagem da antecipação, porque sabes que as suas reações ou intenções são previsíveis. Não dês importância ao que essas pessoas fazem e foca-te nos problemas que elas te estão a criar, assim terás mais oportunidades de crescimento e pararás de minar a tua força e autoestima.

Temos também que jogar com as expectativas. Esperamos tanto dos outros que somos incapazes de aceitar a realidade como ela é. Isto gera desapontamentos e desilusões, alimentando uma atmosfera na qual é muito difícil respirar.

Manter uma perspectiva saudável da situação irá ajudar-nos a alcançar certa indiferença e desceremos dessa montanha-russa emocional, separando-nos das nossas preocupações e libertando as nossas inseguranças e reações desproporcionais. Isto terá um resultado tão rápido e direto quanto satisfatório: os nossos problemas irão diminuir e poderemos viver em paz.

Quando nos afastamos da dor, aproximamo-nos da felicidade

Afasta-te do medo e aproxima-te da indiferença. Não te magoes a tentar manter uma boa impressão sobre os outros ou a pensar que eles têm sempre boas intenções.

Dizem que quando alguém tem a intenção de prejudicar-nos, o melhor desprezo que podemos fazer é não dar apreciação; ou seja, não deixar que minem a nossa autoestima e ignorar as mensagens negativas.

Ambientes tóxicos e em conflito têm uma capacidade de contágio devastadora para a nossa saúde. Quanto mais tomarmos distância emocional deles, melhor nos sentiremos.

A vida é muito curta para viver em angústia. Assim, ama as pessoas que te tratam bem e distancia-te daquelas que não o fazem. Sem arrependimentos.

Texto de Raquel Aldana (tradução)
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A Alma e o Ego

Há algum tempo venho observando e pensando sobre a mentalidade das pessoas, o quanto elas estão corretas ou erradas sobre algo, se estão expondo suas opiniões ou como são as coisas de fato e algo me chamou a atenção, quando uma pessoa nos pede uma informação sobre algo, nós respondemos com base em nossas experiências e observações, e as vezes isso não é bem a resposta ideal para a pergunta dessa pessoa. Porque geramos uma “resposta” com base em dados pessoais, experiências pessoais, que explica apenas aquilo que nós passamos como indivíduo. 

Me lembro do exemplo de um papel com uma determinada mancha, e uma cultura a grande maioria das pessoas a viam como sendo a virgem maria, e em outra cultura a maioria via como sendo o Batman.

Acontece que cada membro tende a interpretar de maneira que a resultante seja similar aos outros membros dessa mesma cultura, mesmo ele tendo interpretado com base em experiências e vivencias particulares, porem quando faz a comparação entre culturas as interpretações são extrapoladas, fazendo que pareça não terem lógica.

Na Psicologia isso é chamado Emocionalização, Raciocínio emocional, que é usar algo externo para justificar o sentimento carregado por um indivíduo, como numa situação onde a pessoa sente o medo e rapidamente conclui que tal situação é realmente perigosa e por isso está sentindo medo, outra situação é pensar que algo é verdadeiro porque tem um sentimento muito forte a respeito disso, e, portanto deve ser verdadeiro.

Pessoas assim deixam seus sentimentos guiarem sua interpretação da realidade, presumem que as reações emocionais são reflexo da situação de fato. Em outras palavras, tal objeto/evento evoca um sentimento no observador sem necessariamente portar qualquer significado pontual. Por isso no exemplo da mancha cada cultura verá uma imagem diferente porque as pessoas veem de acordo com sua percepção, que é tendenciosa ao o que elas desejam que seja verdade.

Em minhas observações em busca de esclarecimento tenho visto alguns que considero serem extremos (e por que não incoerentes?) sobre o ego. Que devemos dissolver o ego, sobrepujar, transcender, domina-lo ou até mesmo matá-lo. Pois nesses meios é propagado a ideia que o Ego é fonte do sofrimento humano, que distorce as coisas como são e que é nosso inimigo no caminho da felicidade e na existência.

O ego é uma parte de nossa mente, de nossa personalidade, que toma a decisão em direção a aquilo que desejamos em nosso âmago (alma), porem o que não se fala é que o ego é influenciado, e conduzido, pelas experiências e emoções (e estas costumam serem mal resolvidas) que guardamos em nosso inconsciente. 

E possui suas falhas como características infantis: ser mesquinho (só eu posso ter isso e ninguém mais), viver meramente pelo prazer, baixa tolerância a frustração, fora da realidade do país e do mundo (Julgar que ir apenas duas vezes por ano na Disney é inadmissível, enquanto temos nossa privacidade jogada no lixo em troca de conveniência), baixa tolerância em se perceber como alguém equivocado, o quanto está entregue as emoções...

Em uma das minhas meditações me veio esta explicação, que reproduzirei na íntegra ao final deste artigo, que trouxe o esclarecimento que eu tanto precisava para compreender que independentemente do eu tanto busco nesta vida é que inevitavelmente  encontrarei inúmeros "arautos das verdades e saberes" mas reconhecer que, no fundo, tudo isso pode não passar de interpretações subjetivas fez como que eu adquirisse uma nova consciência, mais madura, firme e seletiva. E agora eu posso seguir em frente, em paz, com minha campanha porque dos outros....dos outros só colherei ilusões.

Sem mais delongas, porque de longo já me basta o sobrenome (rsrs).


Existe a alma, de qualidade abstrata e é aquela que simplesmente deseja, e há o ego que é o responsável por atender a alma. Ambos falam em linguagens completamente diferentes entre si.
No início o ego é como uma criança que não sabe das coisas, incapaz de elaborar conceitos e argumentos estruturados e complexos, ou seja, bem limitado e dependente.


A alma tem seus desejos e o ego tem de atende-la, pois esta é sua finalidade. A alma pode desejar por “água” e o ego ira atrás de realizar seu objetivo. Como ainda é inexperiente poderá pedir por ajudar de outras pessoas, e acolher o que elas indicarem se julgar assim, e nisso pode muito bem trazer desde um galão com água a até mesmo chegar com as mãos molhadas, e dizer: “pronto, e agora o que eu faço com isso? ”.

A alma desejou água e ego trouxe, mas não era exatamente estas as condições que deveriam ser atendidas, e isso aconteceu porque o ego talvez seja infantil, talvez espoletado, talvez desatento...

Entre trancos e barrancos o ego vai amadurecendo e aprendendo, e pode ir perguntando para a alma: Quer pouco ou muito? Temperatura ambiente, quente ou frio?.

Quanto mais amadurece e aprende, deixa de ser influenciado, pois está mais cético sobre o que outras pessoas têm a dizer ser a água ideal para realizar seu objetivo, e torna-se mais especifico em suas perguntas: Quer quantos ml? A que temperatura? Com gás ou sem? pH é importante pra você?.

O sofrimento se dá quando o ego busca atender a alma através de terceiros pois toda vez que fazemos perguntas a outros, suas respostas serão formuladas com base em suas experiências.

Quanto maior for interação entre alma e ego, conforme o ego for aprendendo como a alma se comunica, quanto mais o ego se dedica a escuta-la, quanto menor for a influência de terceiros sobre o ego, melhor o ego a atenderá.

E porque o ego se dedicaria tanto para atende-la? Porque a alma é a única capaz de amar e reconhecer o ego como ele realmente é. E como todo mundo, queremos ser reconhecidos por quem nós amamos.
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Estudante do Acre desaparece deixando uma Sala Repleta de Símbolos Oculto

Um estudante brasileiro desapareceu misteriosamente, deixando para trás uma sala trancada coberta de textos criptografados, 14 livros manuscritos e uma enorme estátua do ocultista Giordano Bruno.
Bruno Borges, um estudante de 24 anos do Acre, teria desaparecido no dia 27 de março depois de completar um projeto secreto composto de milhares de páginas de textos criptografados combinados com símbolos misteriosos. Junto com referências à Bíblia, à alquimia, à demonologia e a Leonardo da Vinci, Borges deixou um quadro bizarro dele com um alienígena levando algumas pessoas a concluir que ele teria sido… sequestrado por alienígenas.
Borges estava pedindo às pessoas para investir em seu projeto secreto sem revelar qualquer informação sobre ele. Ele disse a sua mãe que ele estava escrevendo 14 livros que mudariam a humanidade de um jeito bom. Depois de receber R$ 20.000 de seu primo, ele foi capaz de terminar o seu projeto.
Aqui estão as fotos dessa misteriosa sala.
Borges deixou 14 livros cheios de textos criptografados e diagramas ocultos/científicos.
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Todos os textos nos livros e nas paredes estão escritos em códigos.
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No meio da sala está uma estátua de  Bruno Giordano que vale milhares de dólares.
A estátua está sobre um diagrama complexo que se assemelha ao símbolo alquímico da transmutação.
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Um santuário com a Virgem Maria. 
Quadro de Bruno Borges com um alienígena.
Outro quadro bizarro retrata uma figura encapuzada com o mesmo símbolo visto aos olhos de Borges e do alienígena. A figura segura uma cruz ansata (conhecida como a cruz egípcia ankh). Há também uma cruz cristã pendura na parede. A sala inteira mistura imagens católicas com ocultismo.
Aqui está um vídeo da sala em questão.
A peça central dessa sala, a estátua de Giordano Bruno, fornece insights sobre o significado de toda essa configuração.
Giordano Bruno foi um frade italiano, filósofo, matemático, poeta e teórico cosmológico do século XVI. Ele é principalmente conhecido por sua combinação única de conhecimento esotérico extraído do hermetismo, magia egípcia e da Kaballah com teorias sobre o cosmos e a vida extraterrestre.
“Giordano Bruno (1548-1600) é considerado entre os apologistas extraterrestres como um mártir de livre-pensamento. Nascido em Nápoles, Bruno era um padre católico, monge dominicano, filósofo, hermetista, cabalista, matemático e astrônomo. Influenciado por Lucrécio, sua cosmologia foi muito além do modelo de Copérnico, propondo que o sol era apenas uma estrela ordinária e, além disso, que o universo continha um número infinito de mundos povoados por seres alienígenas inteligentes. Aprofundando no conhecimento oculto, Bruno preferiu o raciocínio mágico ao matemático. A fé de Bruno era descrita como “um panteísmo materialista incoerente”. Além disso, Bruno argumentou que suas crenças não contradiziam as Escrituras ou a religião verdadeira. No entanto, isso levanta a questão: o que ele considerava como verdadeira religião?

Bruno definiu a magia como “o conhecimento da ciência da natureza”. Dentro da cosmovisão renascentista, era comum fundir magia e ciência, porque ambos exploram e procuram ganhar domínio sobre a estrutura do universo. Da mesma forma, religião e magia foram confundidas porque ambas respondiam às principais perguntas e ofereciam comunhão com o divino. Assim, para Bruno, a magia era a ferramenta para realizar os fins da ciência e da religião. Embora parecessem estar em desacordo com a postura fria, dura e materialista a que estamos acostumados, os cientistas naturalistas são os herdeiros aparentes de muitas das tradições ocultas”.
– Cris D. Putnam, Giordano Bruno
A obra de Frances Yates “Giordano Bruno e a Tradição Hermética” descreve ainda mais a mistura única da magia esotérica e da cosmologia de Bruno.

“Bruno era um religioso hermetista intenso, um crente na religião mágica dos egípcios como descrito em Asclepius, o retorno iminente do qual ele profetizou na Inglaterra, levando o sol Copérnico como um presságio no céu deste retorno iminente. Copérnico entendia sua teoria apenas como um matemático, enquanto ele (Bruno) via seus significados religiosos e mágicos mais profundos.

Assim, o maravilhoso limite da imaginação pelo qual Bruno estendeu seu copernicanismo a um universo infinito povoado de mundos inumeráveis, movendo-se e animando-se com a vida divina, foi visto por ele – através de seus mal-entendidos de Copérnico e Lucrécio – como uma vasta extensão da Gnose hermética, da visão do mago sobre a vida divina da natureza.

O egipcianismo de Giordano Bruno era demoníaco e revolucionário, exigindo a plena restauração da religião egípcia-hermética”.
– Frances A. Yates, “Giordano Bruno e a Tradição Hermética”
A autora Karen Silvia de LeónJones acreditava que Bruno era primeiramente um cabalista e concluiu:

“Bruno está implementando essas superestruturas angélicas pelas quais os demônios são controlados, e esta é precisamente a magia demoníaca.”
– Karen Silvia de León-Jones, Giordano Bruno e a Cabala
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A sala de Borges é claramente um santuário para o trabalho de Giordano Bruno com, possivelmente, alguns insights acrescentados.
Onde está Borges?
Bruno Borges
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A família de Borges está aparentemente abalada pelo desaparecimento do estudante de psicologia de 24 anos.
O pai do estudante, o empresário Athos Borges, disse que viu pela última vez seu filho quando ele deixou sua casa em Rio Branco, no Acre, sem dinheiro depois do almoço de 27 de março.

Ele disse que a família recebeu alguma informação, mas nada concreto e nada que indique o que aconteceu.

Ele disse ao G1.Globo.com: “Tentamos ligar para ele em seu celular, mas está desligado.”

“Ele nunca fugiu antes. Ele não pegou nada e a última vez que o vimos ele estava saindo de casa.”

A mãe de Borges, Denise Borges, disse ao jornal que a família almoçava junta e que tudo parecia bem.

Ela disse: “Ele era inteligente. Na escola ele sempre foi diferente – um líder nato com altos poderes de persuasão”.

“Ele é um rapaz de bom coração.”

O Sr. e a Sra. Borges tinham acabado de voltar de uma viagem de um mês antes de seu desaparecimento.

Enquanto estavam longe, a irmã de Borges, Gabriela, disse que seu irmão se isolara em seu quarto, que ele sempre mantinha trancado.

Gabriella diz que ela acredita que seu irmão tem um “plano” e está trabalhando na publicação dos 14 livros manuscritos encontrados em seu quarto.

Ela disse: “Estávamos muito preocupados. Agora pensamos que ele está bem. Ele tem um projeto, que é a publicação desses 14 livros.

“Eu acho que ele tinha que fazer isso dessa maneira.”

Os 14 manuscritos – cada um com um número romano em cima – foram encontrados na sala escrita com códigos nas paredes. 
– The Mirror, Alien enthusiast mysteriously disappears
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O Departamento de Investigação Criminal está investigando o desaparecimento de Borges. De acordo com o investigador Fabrizzio Sobreira, o caso permanece confidencial, mas todas as possibilidades estão sendo consideradas.
O que aconteceu com Bruno? Será que ele foi morto em algum ritual? Será que está querendo chamar atenção para então poder tornar suas obras conhecidas? Será que ele vai reaparecer? Nós não sabemos ainda, há poucas informações, mas o resultado de quem se envolve com o lado negro desse mundo nunca foi bom.

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Chuva de veneno mata abelhas e destrói produção de mel no interior do RS


Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora. Sem flora não há animais, e sem animais não haverá raça humana.” Albert Einstein
Que desde 2009 o Brasil lidera o ranking dos países que mais consomem veneno no mundo já é de conhecimento de grande parte da população brasileira. A média nacional é de 7,5 litros por habitante. No Rio Grande do Sul o consumo estimado é de 8,5 litros por pessoa.
Dados apontam que o uso sem controle de agrotóxicos em lavouras, principalmente aplicados pela pulverização aérea, causa enormes danos para as abelhas. Contrário ao que muitos pensam, esses produtos químicos e nocivos à saúde humana e ao meio ambiente também comprometem de forma significativa a produção de mel e de outros alimentos. O resultado é que colmeias inteiras estão morrendo, e isso pode afetar toda a população na produção mundial de alimento.
A partir de hoje, publicaremos a série “Tem veneno no seu mel”, que contém três reportagens que mostram os efeitos dos agrotóxicos e da soja transgênica na região da Campanha do Rio Grande do Sul, onde dezenas de apicultores se veem sem alternativas para combater o avanço do agronegócio em áreas de assentamentos da reforma agrária. Para esta primeira reportagem, conversamos com alguns assentados produtores de mel, que contam quando e como começaram a ser vítimas dos problemas oriundos do modelo de produção do agronegócio.
Em três horas as abelhas estavam todas mortas”
A morte repentina e em massa, de abelhas, tem preocupado apicultores assentados da reforma agrária da região da Campanha. A fatalidade, que se intensificou nos últimos três anos, mostra que há fortes indícios de estar relacionada ao monocultivo de soja transgênica e ao uso abusivo de agrotóxicos.
Assentado no município de Hulha Negra, seu João Carlos Machado, 55 anos, trabalha com produção de mel há mais de três décadas. Ele conta que, com o passar dos anos, perdeu algumas abelhas por questões naturais e climáticas, mas nada comparado ao ocorrido nos últimos três anos, quando se intensificou o plantio de soja transgênica em toda a região.
“Quando se trabalha com abelhas é normal ter alguma perda por ataques de insetos ou falta de alimentos, mas nos últimos anos tive perda total das colmeias e de forma diferente das outras situações, pois elas estavam em ótimas condições”, explica Machado.
A primeira morte em massa das colmeias do assentado ocorreu em 2014, quando, em trabalho de monitoramento, percebeu que havia algo anormal com as abelhas. Naquele ano, ele perdeu suas 30 colmeias, o que correspondeu a cerca de 2 mil quilos de mel não colhidos.
“Estavam passando veneno aqui perto do lote, então fui até as colmeias e vi que as abelhas estavam morrendo. Em questão de duas ou três horas elas estavam todas mortas. E assim aconteceu em 2015, quando também tive perda total, não sobrou nada”, lamenta.
Seu João relata que na região, além de estar cercada pela soja transgênica, a aplicação de veneno de forma indiscriminada tem se tornado uma prática cada vez mais comum. “Não tenho dúvidas que a morte das colmeias é resultado do uso de coquetéis de veneno que aplicam sem critério algum em cima da terra, visando uma única cultura e acabando com a biodiversidade de abelhas, insetos, plantas e animais”, avalia.
Consequências do desaparecimento das abelhas
A polinização é o transporte de pólen de uma flor para outra. Este processo permite a que as flores sejam fecundadas, e a partir daí começa o desenvolvimento de frutos e sementes. Isso ocorre de várias formas, seja pelo vento, água ou borboletas, por exemplo. As abelhas têm uma grande capacidade de polinização. Este tipo de inseto é pequeno no tamanho, mas com uma eficiência e importância grande para a vida na Terra. Sem abelhas há prejuízo, não só na produção de mel, mas em toda a produção agrícola e vegetal, o que compromete de maneira grave a vida em geral.
Problema não é isolado
A mortandade de colmeias também atingiu o assentado Amarildo Zanovello, 48 anos, que tem na apicultura o carro-chefe de sua renda familiar. Ele também trabalha há mais de três décadas com a produção de mel, e hoje toca o cultivo junto a outras duas famílias do assentamento Roça Nova, no município de Candiota.
Ele lembra que em 1999, quando ainda não havia o avanço da soja transgênica na região, colhia em média 65 quilos de mel por colmeia, o que é considerado pelo assentado como altíssima produção. Segundo ele, a média de produção de cada colmeia no Brasil fica em torno de 25 quilos de mel.
“Não tínhamos problemas com venenos, os campos eram livres e tinham muita florada. Mas com a entrada da soja, a partir de 2008, o cenário mudou. Hoje, alcançamos a média de 40 quilos por colmeia, e ainda estamos acima da média nacional. Muitas abelhas acabam se contaminando com venenos quando saem para coletar néctar. Na maioria das vezes, ao voltar para as colmeias, elas contaminam e levam também à morte outras abelhas”, argumenta.
A primeira perda expressiva de abelhas do grupo de trabalho de Zanovello aconteceu entre 2012 e 2013, quando foram perdidas 50 colmeias, o equivalente a duas toneladas de mel. O prejuízo, à época, foi R$ 20 mil. “Fomos colher mel e as abelhas estavam todas mortas. Tenho certeza que foi por causa de veneno. Geralmente, quando acaba o ciclo de vida de uma abelha ela voa longe, não morre perto da colmeia. Tivemos que destruir tudo, pois não deu pra aproveitar o mel”, lembra.
O assentado Elio Francisco Anschau trabalha com produção de mel há mais de dez anos e também está na lista das vítimas dos venenos e da soja transgênica. Recentemente, ele perdeu dez caixas de abelhas. A produção perdida também servia para o consumo da família.
“As mortes são consequências do plantio da soja, que tem aumentado de forma alarmante nos últimos anos aqui na Campanha. As abelhas ainda convivem com os venenos contrabandeados, que são proibidos no Brasil, mas entram facilmente na região por estar localizada perto da fronteira. Por esses fatores, o cultivo de mel não é mais rentável e não dá mais retorno”, lamenta.
http://verdademundial.com.br/2018/07/chuva-de-veneno-mata-abelhas-e-destroi-producao-de-mel-no-interior-do-rs/

Nada apaga a luz que vem de dentro

“Se quiser acordar toda humanidade, então acorde você mesmo. Se quiser eliminar o sofrimento no mundo, então elimina a escuridão e negativismo em ti próprio. Na verdade, a maior dádiva que você pode dar ao mundo, é aquela da tua própria autotransformação” – Lao Tsé

A Verdade só pode ser percebida num clarão


A Verdade só pode ser percebida num clarão
[...] Nesta tarde, vou falar sobre a mente religiosa e a mente nova. E, para examinarmos este assunto — e desejo fazê-lo com certa profundeza — acho necessário compreendermos o significado das palavras.
Usamos as palavras para comunicação; mas, as palavras se tornam barreiras à comunicação quando aceitamos a acepção comum de uma palavra, e esta se torna o padrão de nosso pensar. Vou empregar a palavra “religioso” num sentido todo diferente. A mente tem capacidade para agir totalmente, não em fragmentos, não em partes. A mente que é capaz de ver, no “imediato”, no presente, o todo e não apenas a parte; a mente capaz de compreender, no agora “imediato”, a totalidade da existência — essa mente encerra, em essência, a beleza e a lucidez do amor, o único que pode unir a ação ao Todo. E é necessário compreender essa qualidade da mente religiosa, cuja ação não é dividida, fracionada, fragmentada, porém total. Em si, essa mente é livre da “ideação” como memória, como efeito do “eu”. É o “eu” que fraciona a ação; é o “eu” que impele à aquisição. Esse impulso de apego jamais compreenderá a ação total, própria da mente religiosa.
Assim, estou empregando a expressão “mente religiosa” para designar um estado de ação que une todas as diferentes ações da vida. Essa mente não se acha dividida em “mundo” e “não mundo”, “exterior” e “interior”. Não há “mundo exterior” e “mundo interior”, Há só um movimento, ora externo, ora interno, qual o da maré, que “sai” e torna a “entrar”. A mente religiosa tem a faculdade de compreender o exterior e, com essa compreensão do exterior, passar, natural e facilmente, ao interior, sem dividir o mundo em “exterior” e “interior”.
Mas, para se compreender a totalidade da mente religiosa, é preciso começar a investigar os vários e complexos problemas do viver. Nosso viver diário é extremamente confuso; é um viver de conflito, da aflições inúmeras, de contradições, luta perene; assim é nossa vida. E é só essa a vida que conhecemos. Nenhuma ação conhecemos que não seja reação. Essa reação é que gera sofrimento; e, em virtude desse sofrimento, mais se acentua a divisão em “exterior” é “interior”, “ilusão” e “realidade”. Só há um mundo, e não “mundo exterior” e “mundo interior”. E, se não compreendeis a ação total da mente religiosa, por mais que vos esforceis, por mais revoluções que façais — econômicas, sociais, de qualquer espécie — por mais que planejeis, a prosperidade daí resultante se tornará apenas um meio de destruir a liberdade; e, embora nos seja necessária, a prosperidade se torna então um meio de segurança psicológica. E a mente que, no sentido psicológico, se acha em segurança, não é uma mente religiosa.
Assim, para podermos investigar a natureza da mente religiosa — aquele estado em que a mente é livre do conflito do “eu” — devemos examinar a questão da simplicidade, descobrir o que é “ser simples”; não a ideia da simplicidade, o ideal da simplicidade, não o símbolo da simplicidade, porém o verdadeiro estado da mente na realidade simples. Com a palavra “simples” quero significar: enfrentar cada fato da vida de cada dia e de cada minuto sem nenhuma complexidade; olhar os fatos sem o complexo mecanismo do pensamento; olhar os fatos sem “ideação”, sem ideal. Essa simplicidade não está meramente no modo de trajar, no andar de tanga, no tomar uma só refeição diária; no usar longas barbas ou a cara toda rapada. Refiro-me à simplicidade que tem precisão no pensar, que nenhum conflito tem, nenhuma ilusão, nenhum futuro, que encara o fato, só o fato, nada mais senão o fato.
Essa mentalidade, essa atitude, perante a vida, traz consigo um sentimento de inefável deleite. Poucos de nós somos felizes, natural, fácil e espontaneamente felizes; tão complexos somos, tão numerosos são os nossos problemas! Tudo o que tocamos com a mão, ou com a mente, se torna feio. E quando qualquer coisa se torna seca, vulgar, não há mais sensibilidade; por conseguinte, não há apreciação das coisas como são. Só no apreciar as coisas como são, no enfrentá-las em sua realidade, só daí, dessa compreensão, pode vir a verdadeira revolução.
Essa revolução não se opera consoante o padrão estabelecido por outrem — pelo economista, pelo reformador, pelo político. A revolução a que me refiro só nasce quando sois capaz de ver o fato e de agir de momento a momento em conformidade com esse fato. Assim, vereis que, dessa simplicidade, não só vem um extraordinário sentimento de desafogo, de alívio, mas também profundo deleite. E, sem essa alegria, sem essa centelha, sem essa canção no coração, a vida se torna extremamente vazia. Podeis ser muito talentoso, possuir muitas casas, ocupar posições importantes, influenciar milhares de pessoas por meio da imprensa; mas, atrás dessa fachada de palavras, aposição, prestígio, tudo é vazio, oco.
E é relevante, para o indivíduo, para cada um de nós, possuir esse sentimento de infinita alegria. Ele vem, não por terdes um bom emprego, por terdes feito um casamento feliz ou infeliz; vem sem nenhuma razão. E essa alegria existe; mas só podeis encontrá-la “no escuro”, sem o saberdes, ao compreenderdes a simplicidade da virtude. À virtude não é uma coisa para se alcançar mediante esforço — porque, então, deixa de ser virtude. Quando um homem vaidoso “pratica” a humildade, essa humildade é a própria essência da vaidade. Mas, a virtude é ordem: ordem na mente. E não podeis ter ordem se essa ordem é apenas um padrão sancionado pela sociedade, se é uma mera prática, um hábito; a mente se torna, então, embotada. E uma mente embotada não é virtuosa; poderá ter hábitos excelentes, nunca irritar-se, mostrar-se “virtuosa” e observar os preceitos da sociedade; mas, essa mente não é sensível e, por conseguinte, não é uma mente virtuosa.
Tende a bondade de prestar atenção; mas isso não significa que, fazendo-o, vos tornareis repentinamente virtuosos. Sereis virtuosos, de repente, no mesmo instante, se não estais seguindo o padrão de uma sociedade feia e corrupta; desse modo, tereis ordem e espaço mental. Essa ordem traz eficiência. A mente eficaz no pensar, isenta de conflito, essa é que é a mente virtuosa, a mente que vive com virtuosidade. Quando a virtude é resultado de conflito, resultado de constante luta, ou seja da batalha dos “opostos”, a mente não só se torna insensível, mas é também incapaz de voo célere. Só a mente eficiente tem presteza para ver as coisas num clarão. Porque a verdade só pode ser percebida num clarão; a verdade não tem continuidade. O que tem continuidade pertence ao tempo; e o que é do tempo não tem espaço. Pois só a mente que tem espaço pode ver, num clarão, o que é verdadeiro. Só a mente virtuosa tem espaço; por conseguinte, somente ela pode, num clarão, ver a Imensidade, o Eterno. A virtude não é produto da memória. Se a virtude é produto da memória é, então, uma reação à memória; “reação” é reflexo da memória. A virtude reconhecida pela sociedade, pelas ordens religiosas, por grupos, gera conflito; sendo assim, a mente não é simples.
Como sabeis, o mundo se está tornando cada vez mais complexo. Vossas atuais relações se estão tornando cada vez mais complexas, e não mais simples. A complexidade da vida só pode ser compreendida quando a considerais de maneira simples, bem simples. A vida não é apenas vossa existência diária — ir para o emprego, discutir com a esposa ou o marido, os aborrecimentos, as angústias, o conflito da existência de cada dia. A vida inclui não só o passado, que se projeta no futuro, mas também morte, felicidade, e algo que se acha além do tempo, além do pensamento, do sentimento. E é preciso compreender essa imensa totalidade da vida — não só o “cantinho” de vossa existência, a pequena porção de terra que chamais vossa pátria, o pequeno templo construído pela mão, e sem nenhum significado. A vida é uma coisa extraordinária, uma coisa total, na qual tudo está contido. E, se não compreenderdes a imensidade da vida, que tudo abarca — cada grito, cada lágrima, cada canção de ave, as angústias e sofrimentos e agitações da existência — se não compreenderdes essa totalidade, nunca tereis um clarão daquela imensidade.
Para compreenderdes esta coisa extraordinária que se chama a vida — com suas necessidades sexuais, suas ambições, impulsos, frustrações, velhice, declínio, deterioração — deveis considerá-la de maneira bem simples. E aí é que está a nossa dificuldade; porque somos entes humanos tão complexos e tantas ideias temos. Somos muito talentosos, mas somos entes “de segunda mão”; não há nada original em nós; e é a originalidade que leva à simplicidade, e não a excentricidade, a capacidade de inventar. Mas, essa simplicidade é a simplicidade da mente que compreendeu todas ás facetas da vida — não a vida técnica, a vida de conhecimentos acumulados, porque o saber e o conhecimento técnico podem expandir-se indefinidamente. Sabereis mais e cada vez mais a respeito das coisas, a respeito de Vênus, a respeito da Lua; mas sabereis cada vez menos sobre vós, sobre o que sois. O que sois é a totalidade da vida. Porque sois entes lastimáveis, infelizes, por causa das angústias, do “sentimento de culpa”, e das agonias que sofreis, em silêncio ou abertamente, porque sois assim, para compreenderdes a vida, deveis primeiramente compreender a vós mesmos.
Podeis compreender a vós mesmo, que sois uma entidade complexa, observando-vos com toda a simplicidade. E, com essa percepção, esse ver, esse escutar, compreendereis. Deveis escutar a vós mesmo, não a vosso “Eu Superior” — não há nenhum “eu superior”, nenhum Atman; isso é invenção da mente, resultado do pensamento, do pensamento que é reação da mente, das coisas que foram. Assim, quando vos olhais cada dia, em cada palavra que pronunciais, quando buscais o caminho para as profundezas de vosso coração, então, desse olhar, desse ver, desse escutar e ouvir, vem a simplicidade. Se dessa simplicidade vem alegria; e isso é virtude.
A mente religiosa não tem realmente nenhuma experiência. Importa compreender isso, porquanto todos desejamos experiências e mais experiências. E toda experiência, como assinalei outro dia, é “resposta” a um “desafio”, de acordo com vosso fundo, vosso condicionamento; por conseguinte, cada experiência fortalece aquele condicionamento, e não liberta a mente. Mas vós deveis compreender a natureza de vosso próprio pensamento, a maneira como agis, a maneira como olhais o rosto do motorista de ônibus. Alguma vez olhaste para o motorista do ônibus? Alguma vez olhastes para o seu rosto? Observai-o, uma vez ou outra, ao irdes para o escritório. Vede como é macilento, como parece cansado, esgotado! Percorrer o mesmo caminho, “para cima e para baixo”, todo o santo dia, mês após mês — nisso não há alegria, não há nada senão hábito mecânico e, em tais condições, nunca pode um homem observar as coisas que o rodeiam. Isso indica, por certo, uma mente que se tornou calejada, embotada. Entretanto, essa pessoa fala a respeito de Deus, da Verdade, do desejo de compreender, mas não está apercebida das coisas existentes em redor de si, de sua maneira de se vestir, sua maneira de falar, sua maneira de olhar os indivíduos importantes e os não importantes. Se não conhecerdes tudo isso, se não lançardes a base para tudo isso, não podereis ir muito longe. E virtude é o percebimento do presente.
Vede, estamos sempre vivendo no passado e no futuro. Principalmente quando vos tornais mais velho, o passado assume extraordinária significação, e o futuro é o que chamais “morte”. Por essa razão, volveis ao passado e evitais o futuro; pensais na pretérita felicidade, na ditosa juventude ou na lamentável existência que levastes. Vivemos, assim, entre o passado e o futuro. Se ainda sois jovem, tendes ainda o futuro para dele fazerdes alguma coisa, e o moldais conforme o passado. Estais, pois, aprisionado entre o passado e o futuro. Observai vossa própria mente, vossa própria vida. Não vos limiteis a ouvir o que estou dizendo, mas observai efetivamente a vossa existência. Vereis como está dividida entre o passado e o futuro; e, se não está, isso significa que viveis meramente no “imediato”, no dia a dia, e procurando tirar daí o melhor proveito possível. Porque pode vir uma guerra, pode vir uma revolução política, uma revolução econômica, uma comoção social; qualquer coisa pode acontecer amanhã; o amanhã é incerto. Por conseguinte, se não viveis entre o passado e o futuro, viveis apenas para hoje. Há muitos que vivem para hoje e que chamam a si próprios por diversos nomes. E quando, consciente ou inconscientemente, procurais tirar de hoje o melhor proveito possível, estais fadado ao desespero.
Escutai o que estou dizendo. Achais-vos em desespero se viveis no passado ou no futuro; estais também em desespero, se estais vivendo unicamente para hoje — como está fazendo a maioria das pessoas; esse é o mundo político. Este pobre país está sob o controle dos políticos; e os políticos só têm interesse no “imediato”. Esse imediato pode ser prolongado por certo tempo, mas suas fontes estão ainda no “imediato”. A maioria das pessoas deseja ser feliz imediatamente, deseja êxito imediato. Quando só nos interessa o “imediato”, todas as manifestações de nossa existência são em termos do imediato. Forcejando pelo “imediato”, encontrareis, inevitavelmente, infinito desespero; e, por causa desse desespero, inventais filosofias, e o transformais em virtude. E quanto mais intelectuais, quando mais instruí­dos e ilustrados fordes, tanto mais superficial se tornará o “imediato”. Assim, quer vivais no passado, quer no futuro, quer vivais apenas para hoje, todos estais aprisionados numa vida de aflição, de agitação, numa vida extremamente superficial. Por “superficial” não estou entendendo “alimentação, roupa e morada”, pois necessitamos dessas coisas; refiro-me à superficialidade psicológica da existência.
Porém, se compreendeis o tempo passado, o tempo presente e o tempo futuro — causadores de sofrimentos e desespero, de ansiedade e “culpa” — não a pouco e pouco, nem examinando ou analisando o passado, mas vendo a coisa como um todo, podeis, então, ver a totalidade do tempo, que estava dividido em passado, futuro e o agora. Se virdes isso, se o compreenderdes realmente, dessa maneira, como coisa total, vereis que com essa compreensão, a mente se torna livre do passado, do presente e do futuro. E a mente deve ser livre. É dessa liberdade que nasce o indivíduo.
É de imensa importância que sejais um indivíduo, porquanto os governos, a educação, a sociedade e a religião vos estão obrigando a ajustar-vos, estão fazendo de vós uma “máquina de crer” ou de “não crer”. Sempre pensamos em revolução em termos de comoção econômica, social ou estrutural. Mas toda reviravolta é um reflexo do passado e, por conseguinte, institui um padrão semelhante (ao do passado), porém com “outros homens”, com outro sistema de ideias; mas, é sempre o mesmo padrão. Nós estamos falando de uma mente religiosa que compreendeu sua própria e total estrutura, seu próprio estado e, por conseguinte, é capaz de negar. Vós deveis negar; deveis ser indivíduos que dizem “não”, nunca “sim”. Sabeis quanto é difícil dizer “não” — não só a vossa esposa ou vosso marido, pois isso é relativamente fácil; mas dizer “não” à sociedade, dizer “não” a vossa ambição, dizer “não” a vossos temores, dizer “não” à autoridade. Quando dizeis “não”, entendeis “não” — terminantemente “não”! Se disserdes “não”, descobrireis como isso é extraordinariamente complexo.
Mas, dizendo “não”, descobrireis tudo a respeito de vós mesmo, o de que sois feito, como funciona vosso pensamento, os profundos recessos, o profundo e nunca “frequentado” espaço existente em vossa mente, o qual nunca examinastes. Só quando descobris a vós mesmo, podeis “emergir” da sociedade, tornar-vos um indivíduo. Ao dizerdes “não” vereis que daí nasce energia. Vós necessitais de energia. Tendes energia para ir ao escritório todos os dias; achais isso absurdo, mas ides. Quando exerceis vossas ocupações, quando falais, quando viajais de ônibus ou em vosso próprio carro — isso é uma forma de energia. A vida é energia. Cada pensamento, cada sentimento é uma forma de energia. Mas a energia que nós mesmos geramos e cultivamos nasce da resistência — do resistir, contraditar, aquiescer, imitar. Pela resistência, pela repressão, tendes energia; é só essa a energia que conhecemos; se vos empurro, empurrais também, resistindo. Mas essa energia é completamente diferente da energia de que estamos falando.
A energia a que nos referimos não promana de resistência. Resistência implica sempre motivo, ou seja, medo, solidão, sentimento de culpa ou alguma forma de apego, etc. Por favor, examinai vossa própria mente, e vosso coração, e vereis. Vós tendes energia gerada por algum motivo; por conseguinte, essa energia encontra resistência e começa, assim, a batalha em nossa vida. Essa é a única forma de energia que conhecemos. As pessoas chamadas religiosas, aquelas que estão perenemente em busca de Deus, sem nunca encontrarem Deus, cultivam a energia pela negação com motivo; pensam que nascerá energia se se tornarem celibatárias, se negarem a vida, o processo natural da vida, retirando-se para um mosteiro e praticando “boas obras”, pelo controle de si mesmas. Isso, efetivamente, dá energia; mas essa energia nasce da resistência, nasce do conflito, nasce da repressão. A repressão gera extraordinária energia, tal como o vapor sob pressão; mas essa repressão se torna “religiosa”, e fica associada a Jesus, Krishna ou outro. Entretanto, interiormente, essa energia gera infinita aflição.
Se escutardes o que estou dizendo, vereis como é produzida a vossa energia. Quando descobris, desvendais os vossos motivos e deles vos livrais, e, então, dessa liberdade, provém uma energia de espécie diferente. Essa energia nasce sem motivo, porque ela é a verdadeira essência de uma mente de todo vazia — mas não “em branco”. A mente vazia não tem resistência; porque todo pensamento é resistência. É essa a energia que deveis ter, e não a energia produzida por motivo, conflito, contradição, tensão. Porque essa energia, como podeis ver, traz inaudita aflição, sofrimento. Assim é a vida, vossa existência diária. Vós tendes de compreender isso, mas sem tentar achar aquela energia não motivada, pois não podeis achá-la. Deveis ser livre de resistência. E só podeis ser livre de resistência ao serdes capaz de olhar a vida de maneira simples, olhar a vós mesmo sem nenhuma ideia, nenhum conceito, nenhuma fórmula, nenhuma comparação: olhar, simplesmente. Daí surgirá — como vereis, se alcançardes este ponto — a mente livre, que não é resultado de nenhuma busca.
Como sabeis, todos vivemos buscando — cada um de nós. Buscamos a verdade, a felicidade, a finalidade da vida. Que implica esse buscar? Só podeis procurar algo que perdestes ou algo que já conheceis; desejais achá-lo. Quando dizeis que estais em busca da Verdade, isso é puro contrassenso. Se dizeis tal coisa, já deveis ter provado o sabor da verdade, ter compreendido o que é a verdade. E, se estais a buscá-la, deveis então tê-la perdido; mas a verdade não é coisa que se possa perder, e não é possível encontrá-la por meio de busca. Toda busca deve cessar completamente. Esta é a beleza da verdade. No momento em que começais a buscar, vede-vos em conflito; no momento em que começais a buscar, pondes em ação a energia da fuga — fuga ao fato, fuga ao que sois.
Assim, a mente que busca nunca achará, porque aquela Imensidade não é reconhecível. O que podeis reconhecer é coisa já conhecida — reconheceis vossa mulher, vossos filhos, vossa cidade, porque já os conheceis. Mas o que já sabeis a respeito da verdade não é a verdade. A verdade está além do tempo. Toda busca supõe distância — disto até aquilo. Assim se gera o tempo. A mente que busca a verdade nunca a achará. Escutai, por favor! Procurai compreender isto de uma vez por todas! Se o fizerdes, nunca mais procurareis a verdade.
Quando vos pondes a buscar, a busca se torna um problema. Não deveis ter problemas na vida, não deveis ter um único problema, nem sequer o problema de Deus, ou o problema da verdade, ou o problema da felicidade. Não deveis ter problema nenhum, porque todo problema implica luta, conflito. E a mente em conflito nunca será capaz de compreender o que é a verdade. Tratai de resolver o problema pela compreensão daquilo que o problema implica, da raiz do problema. Não tenteis resolvê-lo, não tenteis analisá-lo, não tenteis dar-lhe solução. Mas estudai-o, penetrai-o, e olhai-o, com todo o vosso ser. A mente que tem problemas nunca será capaz de compreensão e, por conseguinte, nunca será livre. Não vou mostrar-vos como evitar os problemas, porque cada dia é um problema. Mas, se estais atento, verdadeiramente atento, em cada minuto, nada se tornará um problema. Há uma constante observação, uma constante atenção, que é a “resposta”, não da memória, mas de algo muito mais significativo, muito mais amplo e profundo.
A mente religiosa, pois, não é uma mente que busca. A mente religiosa está livre de todos os problemas e, por conseguinte, pode enfrentar os problemas livremente, nunca oferecendo solo propício a um problema, para arraigar-se na mente. Tudo isso poderá parecer dificílimo. Mas vossa vida é difícil. É dificílima a vida que levais: o incessante ir e vir, o morrer, o viver dia por dia, sem nenhuma certeza, nenhuma segurança, em desespero. É dificílima a vida que levais.
Mas, há uma vida que não é difícil, em absoluto. É isto mesmo que quero dizer: essa vida não é difícil, absolutamente, ó que tendes de fazer é só prestar atenção, prestar atenção ao que estais fazendo. A atenção é virtude, a atenção é ordem, a atenção dá eficiência. Podeis ser cozinheiro, ou burocrata, ou funcionário do governo, isto ou aquilo; quando prestais atenção, completamente, com todo o vosso ser, há virtude. Virtude não é essa coisa insípida que a sociedade vos estimula a cultivar.
Como disse, para a mente religiosa é o amor que integra toda ação. Porque vê cada verdade, momento por momento, a mente religiosa possui aquela qualidade de amor que integra a ação. Não sei se alguma vez já amastes alguém, se amastes com todo o vosso ser, com vosso coração, vossa mente, vosso corpo, vosso pensamento, vosso sentimento, com tudo o que tendes. Se já amastes tão completa e totalmente, sabereis, então, em virtude desse estado, que em cada ação — qualquer que ela seja, nenhum conflito há, nenhum problema. Cada ação é integral, não provém de ideia alguma, não se adapta a nenhum princípio vosso. Porque só a mente religiosa compreende a totalidade da existência, que tão terrivelmente temos fracionado. Só a mente religiosa possui essa qualidade de amor e, por conseguinte, pode viver neste mundo.
E o amor é que é capaz de destruição. Vós deveis destruir — destruir a sociedade; mas isso não significa destruir edifícios, jogar bombas sobre governantes e políticos; estes têm seu próprio destino: deixai-os nas mãos dele. Mas a destruição, a destruição psicológica de tudo o que a sociedade fez de vós, essa é necessária. E só podeis destruir completamente quando existe a qualidade da compaixão. Só se torna existente a compaixão com a total compreensão da vida. Sem essa compreensão, podeis ser muito atenciosos, muito bondosos, muito delicados; mas, delicadeza, gentileza, bondade, não é amor; faz parte do amor, mas não é o amor. Não tem amor a mente que não é atenta, que não olha para si mesma e para o meio em que vive. O amor não é uma palavra, porém um estado real. Se não há amor, não podeis destruir; só podeis tornar-vos um reformador.
O amor e a destruição estão sempre unidos, e essa união é criação. Estas três coisas — criação, findar ou morrer, e amor — estão sempre unidas, são inseparáveis. Essa criação — que não significa pintar quadros ou gerar filhos — é energia sem motivo. Essa morte está fora do tempo. E com ela vem o amor. — Só então se pode ver o que existe além do tempo, além de todo o pensamento. Só então é a mente capaz de ver, “num relâmpago”, aquilo a que se não pode dar nome. E há, então, o Eterno que não é invenção da mente, invenção do Gita, da Bíblia. Tendes de pôr de parte todos os livros, todas as ideias, todos os ideais, todas as tradições; ficar completamente nu, vazio, sozinho. Só então se pode ver aquela Realidade.
Krishnamurti, Bombaim, 13 de março de 1962, A mutação Interior
http://pensarcompulsivo.blogspot.com/2018/04/a-verdade-so-pode-ser-percebida-num.html

Até certo ponto, você é o que você pensa


Nossas vidas externas, até certo ponto, refletem o estado de nossas mentes. Muitas das provas que temos de passar se dissolveriam se encarássemos a nós mesmos e removêssemos as características negativas existentes em nossas mentes.
A habilidade em perseverar durante um período negro em nossas vidas, quando as frustrações e humilhações da privação são insuportáveis, poderá transformar a fortuna de toda a nossa vida para melhor.
Nenhum animal, exceto o homem, vive em constante medo, pois nenhum deles vive tanto no passado, presente e futuro como o faz o ser humano. 
Tão logo sucumbimos aos sentimentos de desalento, desesperança e impotência estamos condenados. Tão logo triunfamos sobre eles estamos salvos.
Tenha cuidado com os seus pensamentos, porque quando mantidos por longo tempo e sentidos fortemente podem refletir-se em situações externas ou personificar-se em outros seres humanos que entram em sua vida. Mas eles por si mesmos e desprovidos de atos físicos não podem formar o padrão completo da sua vida; somente o adepto iluminado pode fazer isso. Pois outros fatores também estão contribuindo, tal como a vontade de Deus – isto é, a necessidade evolutiva, ou a Ideia do Mundo.
Se você INTEIRAMENTE vive em amor e harmonia consigo mesmo e com todos os outros, se persistentemente rejeita todas as ideias contrárias e aparências negativas, então esse amor e essa harmonia têm de se manifestar EXTERNAMENTE no seu ambiente. 
Os estados da mente não são somente resultados das condições físicas; são também uma força criativa que contribui para essas condições. Ela é tanto uma causa oculta como uma evidente consequência. 
Os estados mentais e condições emocionais, que são fortemente mantidos pela pessoa, se relacionarão aos eventos, ambientes e situações que, subsequentemente, se formarão ao redor dela.
Ela poderá reagir às experiências de vida e ao curso dos eventos seja com seu lado animal de sua natureza seja com seu lado espiritual. A escolha é dela.
O que acontece conosco é uma auditoria contínua do que somos. 
De forma misteriosa, essas forças do destino respondem às nossas necessidades internas assim como refletem nosso estado interno.
À proporção que seu trabalho interno faz com que haja uma mudança na sua atitude, na sua visão de vida e, em especial, na sua consciência, também uma correspondente mudança nas suas condições externas virão, dentro de certo tempo.
Cada ser humano responde ao que lhe circunda e aos seus contatos, experiências e fortunas através de sua maneira pessoal de resposta. “Assim como você é, assim será o mundo,” assinalou Ramana Maharshi no nosso primeiro contato.
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1 de jan de 2018

Crónicas do Futuro: Uma história mantida em segredo pelos maçons agora revelada


Crónicas do Futuro conta uma história notável sobre um evento bizarro e incrível vivido por Paul Amadeus Dienach, o autor, que viveu durante o início do século passado na Europa central. Dienach afirma que durante o seu estado de coma de um ano, provocado por uma doença grave, a sua consciência viajou para o futuro para um corpo diferente e ficou lá por durante o seu período do coma. Embora pareça impossível e, na verdade algo fantasiado, a história de Dienach foi levada muito a sério pelos maçons, que mantiveram o seu livro como um segredo bem guardado.
Existem muitos livros contendo profecias e visões de futuras ocorrências, no entanto, nenhum semelhante às circunstâncias estranhas que aconteceram a Dienach quase há um século atrás. Apenas um grupo selecto já teve o privilégio de ler a crónica detalhada de Dienach de eventos pois só apenas um pequeno número de cópias foram impressas e publicadas na Grécia.
Mas agora, pela primeira vez, as pessoas têm a oportunidade de ler a incrível história de Dienach e ouvir as suas revelações sobre o futuro e o próximo passo evolutivo para a humanidade.
Quem é o escritor do livro?
Crónicas do Futuro Uma história mantida em segredo pelos maçons agora revelada 2
Paul Amadeus Dienach, era um professor de estudos do idioma alemão. Ele não era um escritor nem pensava em escrever um livro. Em vez disso, Crónicas do Futuro é o seu diário publicado contendo uma descrição detalhada das suas experiências.
Dienach sofria de um tipo raro de encefalite letárgica («doença do sono»), e em 1921, ele entrou em coma e permaneceu assim durante um ano inteiro num hospital de Genebra.
Qual foi a experiência?
Quando Dienach acordou do seu coma, ele registou no seu diário que tinha estado acordado e consciente o tempo todo, mas não no ano nem no local em que o seu corpo jazia. Dienach informou que a sua consciência viajou para o corpo de um outro homem, Andrew Northam, no ano 3906 AD.
De acordo com Dienach, indivíduos no ano 3906 AD perceberam que uma consciência diferente tinha entrado no corpo de Andrew Northam, e assim eles mostraram-lhe e explicou-lhe tudo sobre a sua época, assim como exactamente o que tinha ocorrido a partir do século 21 até ao seu presente ano, mostrando o caminho que a humanidade tinha seguido.
Dienach informou que uma nova espécie do ser humano, chamado Homo Occidantalis Novus, seguirá o Homo sapiens de hoje, e em suas memórias ele traça os passos, boas e más, que terão lugar ao longo dos milénios.
Dienach nunca mencionou a sua história a ninguém no momento por medo de ser considerado um louco e expor-se ao ridículo, tanto na sua carreira como na sua vida pessoal.
Como é que o seu diário pessoal veio a ser publicado?
Crónicas do Futuro Uma história mantida em segredo pelos maçons agora revelada 3
Aos 36 anos de idade, com a sua saúde frágil e depois de se recuperar do coma, Dienach decidiu ir para a Grécia no Outono de 1922, com o objectivo de melhorar a sua saúde, por causa do clima ameno, e também para ensinar alemão a estudantes universitários. Um dos seus alunos foi George Papahatzis, que mais tarde tornou-se o vice-presidente do Conselho Nacional da Grécia, membro fundador da Sociedade Filosófica grega e um dos reformadores de Direito Administrativo na Grécia, bem como um membro do alto escalão de uma série de sociedades secretas, incluindo os maçons.
Dois anos mais tarde, vendo a sua saúde piorar e sabendo que a sua morte era iminente, Dienach decidiu ir para a Itália. Mas antes de sair, ele confiou ao seu aluno fiel, Papahatzis, com uma mala cheia de notas, dizendo-lhe que, se quisesse lê-las no futuro, ele iria ajudá-lo com o seu alemão. Ele disse adeus ao seu jovem amigo e partiu. Ele morreu de tuberculose no primeiro semestre de 1924.
George Papahatzis traduziu as notas de Dienach gradualmente durante um período de 14 anos – de 1926 a 1940. Ele ficou surpreso com as notas que Dienach lhe deixara. Inicialmente, ele acreditava que o seu professor tinha escrito um romance de uma maneira muito peculiar. Mas, como ele continuou a ler, ele percebeu que o que ele estava traduzindo eram memórias de Dienach.
A Segunda Guerra Mundial e a guerra civil que se seguiu na Grécia fez Papahatzis cessar as traduções de Dienach. Mas mais tarde, 1952-1966, Papahatzis tentou localizar parentes de Dienach ao viajar para Zurique, em doze ocasiões separadas. Ele não conseguia encontrar nenhum parente ou qualquer traço de Dienach. Assim, a sua conclusão foi que Dienach (que lutou durante a Primeira Guerra Mundial ao lado dos alemães) tinha mudado o seu nome na sua chegada à Grécia, um país que tinha lutado contra os alemães na guerra.
Depois de traduzido, Papahatzis compartilhou as notas somente a um círculo maçônico muito fechado, envolvendo membros do mais alto grau. As notas foram divulgadas como informações de maior importância para o futuro da humanidade, e entre os maçons, Dienach foi considerado um profeta dos tempos modernos.
Os esforços de publicação e o ataque da Igreja
Até 1972, as notas traduzidas do Dienach estavam disponíveis dentro dos próximos círculos filosóficos e maçónicos. Eles acreditavam que as informações não deviam ser disponibilizadas para as massas, pois eram bastante controversas e muitos não iriam lidar bem com as informações. Mas George Papahatzis não concordou.
Em 1972, durante a ditadura na Grécia, Papahatzis publicou as Páginas de um Diário de Dienach tendo ficado imediatamente sob ataque. Ele perdeu o emprego, foi acusado como herege pela Igreja, e cópias do livro desapareceram rapidamente. Apenas algumas permaneceram.


Crónicas do Futuro Uma história mantida em segredo pelos maçons agora revelada 4
Outra tentativa de publicação foi feita em 1979, um período em que a Grécia estava em transição para a democracia após o derrube da ditadura. No entanto, mais uma vez os livros desapareceram e ele quase não foi mencionado novamente, para além de os poucos que sabiam da sua existência.
Trinta anos mais tarde e o livro nunca saiu da Grécia, e quase todos ignoravam a sua existência para além de Radamanthys Anastasakis, alto ex-membro de muitas sociedades secretas (e hoje professor, autor e editor), que decidiu publicar o livro numa pequena escala, exactamente como foi escrito anteriormente. A enorme extensão do livro, em combinação com o facto de ter sido publicado por uma companhia pequena que não têm os meios para anunciá-lo, fez com que ele se perdera entre os milhares de outros livros.
Devidamente apresentado pela primeira vez
Quando as memórias de Dienach foram publicadas primeiramente, eram de difícil leitura, contendo mais de 800 páginas de notas ásperas. Dienach nunca pretendeu que o seu diário fosse publicado como um livro, e simplesmente registou o que conseguia lembrar da sua experiência num ano, quando ele estava em coma, junto com outras lembranças do seu passado, fazendo a essência da história difícil de extrair.
Agora, pela primeira vez, o diário de Dienach foi devidamente preparado e editado, apresentando os elementos-chave da sua história num formato de fácil leitura, juntamente com ilustrações impressionantes que trazem à vida a verdadeira essência da sua experiência.
Este livro pode ser algo de mudar uma vida, porque se o que diz é verdade, Dienach vai mostrar o que o futuro reserva para a humanidade…

Pode aceder às crónicas clicando no link abaixo:
Fonte:


http://libertesuamente13.blogspot.com.br