3 de out de 2014

Acerca de Nosso Futuro Econômico



Quem quer que seja o próximo presidente do Brasil, este terá uma bomba-relógio em seu colo a partir de janeiro de 2015. E o motivo é simples: após tantos anos de social-democracia, os cofres do Leviatã, o Estado-Gigante, não podem mais suportar tamanho inchaço!
Os programas sociais do governo, quando têm a função de sanar problemas em curto prazo, provocam a diminuição da miséria, mas em médio e longo prazos, provocam o achatamento da classe média, que é quem realmente paga os custos de tais programas. Como dizia o economista americano Milton Friedman, “não existe almoço grátis”.
Além dos programas, que consomem impostos como a osteoporose consome os ossos, há também outros fatores: aumento das Pastas Ministeriais, desperdício de verbas públicas e corrupção. O aumento dos Ministérios para 39 traz o aumento de repasses, o que aumenta o tamanho da faca que há no pescoço do contribuinte. Desperdício e corrupção são os dois lados da perversa moeda que há muito compra votos, cargos e consciências na Política brasileira, com a diferença que escândalos como o Mensalão e o Petrolão compram não apenas a honestidade dos políticos, o que já é nefasto, mas compra também o próprio poder, colocando-o nas mãos de grupos que até duas décadas atrás se vangloriavam de serem os paladinos da Ética.
Em suma, a crise econômica, que transformou 2014 no ano-pesadelo para comerciantes, está apenas no começo!
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