7 de out de 2014

A personalidade inteligente como personalidade não-social e a influência prática da personalidade sobre a inteligência





Quanto maior for a inteligência de um indivíduo, maior será a sua solidão. Este famoso e popular estereótipo do gênio solitário pode ser explicado mediante a perspectiva da ”lógica intuitiva”.
As pessoas mais sociáveis do salão, são aquelas com grande predisposição para ênfase em questões sociais, ou seja, para a socialização.
As pessoas menos sociáveis, tenderão a ser mais puramente inteligentes, porque são mais predispostas a construir um estilo de vida que será enfatizado em questões não-sociais ou intelectual-existenciais (científico-existenciais).
Logo, nós temos um espectro de socialização-observação, ou ”pessoas que socializam” e ”pessoas que analisam”.
O estereótipo do velho sábio da montanha tem a sua lógica.
Eu já mostrei a vocês em textos anteriores sobre a minha metáfora baseada nas múltiplas perspectivas, para explicar sábios dentre outros tipos inteligentes e os tipos predominantemente estúpidos. Aquele que está na montanha, tem uma perspectiva muito mais abrangente, holística, do que aquele que se encontra na planície. Estas diferenças explicam de maneira lógica-intuitiva, o espectro da socialização correlacionada com a inteligência, assim como também com a sabedoria.
Aquele que se encontra mais distante do meio social, de socialização, o verá melhor do que aquele se encontra dentro dele. É a perspectiva da auto consciência, transplantada para o mundo abstrato. Se eu estou dentro de mim, eu não posso ter uma perspectiva geral sobre mim mesmo, da mesma maneira que a célula não pode sistematizar o corpo humano.
O agente social que se encontra dentro do tecido social, é como uma célula que se encontra dentro do corpo humano.
A personalidade ”inteligente”, pode ser resumida inteiramente na famosa frase que tem sido recentemente entoada por liberais ou esquerdistas, ávidos para ad hominear hbd’s à paisana.
”Pessoas inteligentes discutem sobre ideias e não sobre pessoas”
Mas…
…e se as pessoas forem ideiatizadas????? hein???? ;)
Existe uma clara diferença entre um pesquisador amador ou profissional de diferenças humanas (ou HBD) e a sua vizinha fofoqueira. Mas não perca o seu tempo discutindo com essas pessoas. Perca seu tempo discutindo sobre pessoas que são objetificadas enquanto ideias, conceitos e teorias.
Cérebros não tem buracos internos e autismo
Os autistas são muito pouco sociáveis, especialmente mediante uma perspectiva popular de ”socialização”. Isso se dá basicamente porque o autismo encontra-se no fim do espectro OBJETIVIDADE-SUBJETIVIDADE.
Quão mais subjetivo for o indivíduo, mais sociável ele tenderá a ser.
Mais um aforismo retido da lógica-intuitiva, mas faz muito sentido não acham??
Mentes autistas tendem a ser intensamente literais ou objetivas. A socialização humana se baseia em um castelo de mentiras, onde as pessoas limitam sua sinceridade quando lidam uns com os outros visando mitigar possíveis conflitos. Portanto, quando vemos seres humanos socializando, nós os veremos mentindo consideravelmente.
O cérebro autista apresenta uma configuração cerebral onde as áreas que estão envolvidas na capacidade de socialização, encontrar-se-ão mais ”deprimidas”. Partindo do princípio de que exista um espectro entre socialização e sistematização, então podemos inferir que os cérebros autistas, de introvertidos, dentre outros grupos predominantemente não-sociais, exibem maiores áreas que se relacionam com o pensamento analítico e observador.
Cérebros que criam culturas neurológicas cotidianas menos enfatizadas em questões sociais, serão mais centrados na produção de culturas neurológicas cotidianas mais enfatizadas em questões não-sociais e se você não está socializando, isto é, projetando sua personalidade superficial sob os outros e interagindo, pensando sobre e com outras pessoas, então você estará pensando sobre e consigo mesmo e sobre fenômenos, sobre objetos abstratos ou não sociais e portanto sobre ideias, conceitos, teorias ou fórmulas matemáticas.
As pessoas mais inteligentes e especialmente os excepcionalmente inteligentes, tenderão a ser de super sistematizadores-holísticos especializados, cujo os estilos de vida caminharão para a ênfase em questões não-sociais.
Quanto mais obcecado por uma ou mais enfatizações cotidianas não-sociais e portanto não comportamentalmente animais (acasalamento), maior será a tendência para ser mais puramente inteligente.
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