27 de jan de 2014

OLHOS DO VATICANO


O VATICANO OBSERVA O CÓSMOS

Desde os tempos antigos, os papas construiram três observatórios:
• Observatório do Colégio Romano (1774 -1878)
• Observatório de Capitólio (1827 – 1870)
• Especulação do Vaticano (1789 -1821)
Após o envolvimento do Vaticano na conspiração do segredo extraterrestre, guardando silêncio sobre o caso Roswell, o Vaticano desenvolveu um programa secreto de extraterrestres e exploração espacial. Por ordem do Papa Pio XII, os bispos James Mc Intyre de Los Angeles e Edward Mooney de Detroit, organizaram a criação da SIV, o Serviço de Inteligência do Vaticano, para tratar da coordenação de informações sobre a questão extraterrestre, em colaboração com as Comissões Secretas dos Estados Unidos. Desde então, a partir de Roma, se destinam fundos milionários a estes programas secretos do Serviço de Inteligência do Vaticano para assuntos espaciais e extraterrestres.
Em 1993, a VORG, Grupo de Pesquisa do Observatório do Vaticano, em colaboração com o Observatório Steward, terminaram a construção do Telescópio do Vaticano no Monte Graham, Tucson, Arizona, com a tecnologia VATT, Tecnologia Avançada do Vaticano, um dos mais importantes centros astronômicos do mundo. O VATT do Arizona é o primeiro telescópio infravermelho. Esta Base de Exploração Espacial do Vaticano em Tucson, Arizona, tem a tecnologia de infravermelho mais avançada e sofisticadas do planeta. A visão infravermelha do céu é fundamental para detectar energias sutis e interdimensionais ou presenças de origem desconhecida. Curiosamente o MGIO, Monte Graham Observatório Internacional, Arizona, está localizado no meio do caminho entre a Área 51, no Estado de Nevada e Roswell, no Estado do Novo México, áreas com maiores casos de UFOS dos Estados Unidos.

​SECRETUM OMEGA

Outro observatório da VORG, Grupo de Pesquisa do Observatório do Vaticano, com tecnologia vaticana avançada, VATT, mais de caráter Ultrassecreto, se encontra localizado no estado Norte Americano do Alaska, com uma construção camuflada, para evitar ser identificado pela população como uma Base de Observação Espacial. Além dessas bases espaciais secretas, o Vaticano participou na década de 1990, junto com as agências secretas governamentais dos Estados Unidos, de um programa secreto chamado “Siloé”, que lançou uma sonda secreta que leva o mesmo nome do projeto “Sonda Siloé, para fotografar um grande planeta misterioso próximo ao nosso Sistema Solar, que reguarda o suposto planeta Nibiru, cuja existência é defendida pelo investigador Zacarías Sitchin”. A sonda Siloé foi construída na Área 51 e foi colocada em orbita por uma nave secreta do tipo Aurora (Aviões supersecretos que podem sair e entra no espaço).
Como vemos, os artefatos dos programas espaciais envolvendo o Vaticano são fabricados na base Secreta da Área 51 e lançados ao espaço através de aviões ultrassecretos espaciais “Aurora”. Enquanto a recepção dos dados das naves vaticanas são enviados as bases secretas do Vaticano no Alaska. Todo um esquema para manter o máximo de segredo, evitando todo o contato com a NASA, já que na Agencia espacial-militar Norte-Americana trabalham muitos profissionais civis que podem deixar vazar informações ao publico comum. Estes últimos projetos secretos do Vaticano, foram classificados como Secretum Omega, ou seja, estão na categoria “Top Secret” do Vaticano. O Observatório VATT, através do VORG, assim como o SIV, recebem orçamentos anuais da Santa Sé em Roma. Mas também tem financiamentos privados. Assim foi criada a Fundação Observatório do Vaticano (VOF), livre de impostos.
Desde o SPT, Telescópio do Polo Sul, o Governo dos Estados Unidos, através da Agencia Militar NASA, está seguindo, em segredo, permanentemente o caminho do Planeta X, Nibiru, em aproximação com órbita da Terra. Está missão astronômica na base de observações espaciais da Antártida começou em 16 de fevereiro de 2007. Poucas pessoas sabem que o Telescópio espacial Hubble tem um irmão gêmeo secreto, o “12SkyHole”. Mas este é apenas um dos segredos do Vaticano. Para o programa secreto espacial do Vaticano “Siloé”, foi construída em segredo uma nave sonda dentro da Área 51, fora de vista de cientistas e civis da NASA, que poderiam divulgar as informações ao publico. Para o lançamento da sonda vaticana “Siloé” ao espaço, com a missão de procurar o Planeta X, não foi utilizado qualquer foguete da NASA, mas foi levada ao espaço por um avião militar super-secreto “Aurora”, que é um tipo de aeronave que pode sair da atmosfera da Terra e viajar ao espaço.
O avião espacial super-secreto “Aurora” é utilizado para as missões “Secretum Omega” do Vaticano. Então saiu para o espaço a nave-sonda vaticana “Siloé” sem passar pela NASA. O projeto ultrassecreto Aurora tem seu próprio departamento militar e seu próprio orçamento, dentro do governo dos EUA, ao mais alto nível. O objetivo da nave Siloé foi se aproximar a Nibiru e fotografar seu corpo celeste. Uma vez realizada a primeira fase da missão, a nave Siloé voltou a Terra, para transmitir as imagens para a base espacial de observação do Vaticano no Alaska, que começou a receber informações da Siloé em outubro de 1995. As fotografias da nave vaticana revelaram a realidade de um planeta de dimensões enormes, parecido com a Terra. Estas informações secretas se consideraram muito perigosas, por isso foi ordenado à classificação de “Secretum Omega” com nível 1, ou seja, o Vaticano registrou Niburu.

​HERCÓBULUS

Associa-se o Planeta X com Wormwood, um corpo celeste que se fala na Bíblia no livro do Apocalipse, mas na Bíblia, Wormwood está descrito como um meteoro grande que cai na Terra e não como um planeta. Ambos os casos não correspondem o mesmo caso. De fato, nos relatos da SIV (Serviço Secreto do Vaticano) durante o pré-embarque da nave Siloé, falava-se que este planeta, Hercóbulus, estava habitado por seres extraterrestres. Mas se o Planeta X tem sido descrito como um corpo tóxico, muito quente, que chove bolas de fogo e nuvens de poeira vermelha venenosa, pedras e rochas, então não tem como este planeta abrigar qualquer tipo de civilização. Está contradição, bem como a origem da fonte, o Vaticano pode estar guardando em segredo informações sobre o Planeta X. O que está profetizado na Bíblia é a queda de um grande meteoro chamado, Wormwood, mas é um caso diferente do Planeta X.

​ASTRÔNOMO DO VATICANO SE REFERINDO À EXTRATERRESTRES: - ‘IRMÃOS’

Astrônomo-chefe do Vaticano diz que não há conflito entre acreditar em Deus e na possibilidade de extraterrestre “irmãos” talvez mais evoluídos que os humanos. “Em minha opinião, essa possibilidade existe”, disse o reverendo José Gabriel Funes, diretor do Observatório do Vaticano e um conselheiro científico do Papa Bento XVI, referindo-se a vida em outros planetas. “Como podemos excluir que a vida se desenvolveu em outro lugar”, disse ele em uma entrevista com o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano. O grande número de galáxias com seus próprios planetas torna isso possível, observou ele. 

Perguntado se ele estava se referindo a seres semelhantes aos humanos ou até mais evoluídos do que os seres humanos, ele disse: “Certamente, em um universo tão grande você não pode excluir essa hipótese”.
Na entrevista intitulada “O extraterrestre é meu irmão”, ele disse que não via conflito entre a crença em tais seres e fé em Deus. “Assim como existe uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus. Isso não está em contraste com nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”, disse ele. “Por que não podemos falar de um ‘irmão extraterrestre’? 

Ainda seria parte da criação.” Funes, que dirige o observatório que é baseado sul de Roma e no Arizona, estendeu a possibilidade de que a raça humana poderia realmente ser a “ovelha perdida” do universo. Não poderia haver outros seres “que permaneceram na amizade plena com seu criador”, disse ele. Os cristãos têm sido às vezes em desacordo com os cientistas sobre se a Bíblia deve ser lida literalmente e questões como o criacionismo versus evolução têm sido debatidas há décadas.

A Inquisição condenou Galileu, no século 17 por insistir que a Terra girava em torno do sol. Funes disse que o diálogo entre fé e ciência poderia ser melhorado se os cientistas aprendessem mais sobre a Bíblia e a Igreja se mantivesse mais em dia com o progresso científico. Ele disse acreditar como astrônomo, que a explicação mais provável para o início do universo foi o “Big Bang”. Porém, ele disse que isso não estava em conflito com a fé em Deus como criador. ”Deus é o criador”, disse ele. ”Há um sentido para a criação. Nós não somos filhos de um acidente.”
E acrescentou: “Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus é o criador do universo e que nós não somos o produto de algo casual, mas filhos de um bom pai que tem um projeto de amor em mente para nós”.


Fonte: Segredos.org
http://fronteirasdadimensao.blogspot.com.br
Reações:

0 comentários:

Postar um comentário