11 de dez de 2016

Invenções Censuradas: a cura do Câncer


É difícil pensar que a cura para o Câncer já poderia ter sido descoberta há 8 décadas atrás. Mais difícil ainda é imaginar que, tendo sido de fato inventada, foi censurada por lobby das indústrias farmacêuticas. Isso não é uma teoria da conspiração exagerada; já aclamaram até que a cura da Aids foi descoberta.
Quanto ao Câncer, tudo data dos anos 30, na Califórnia. Um grupo de doutores e bacteriologistas conduziram – com sucesso – o tratamento clínico da doença e relataram que:
1. O Câncer é causado por um micro-organismo;
2. o micro-organismo pode ser destruído de forma indolor em pacientes terminais e
3. os efeitos da doença podem ser reversíveis.
Em 1931 a técnica usada para a cura já estava relatava na revista Science, e, então, discutida em conferências médicas com explicações cautelosas e resultamos iminentes. Entretanto, houve um grupo de pessoas que sairia incrivelmente prejudicado com essa notícia tão fantástica para aqueles tempos. A indústria farmacêutica, junto com cientistas e físicos conseguiram abafar o alarme causado pelo grupo de descobridores. Aqueles novos médicos que começaram a adotar ou mostraram interesse na técnica usada para curar o Câncer foram coagidos a esquecê-la. O autor do artigo publicado na revista Science, um dos médicos do time, chamado Smithsonian, foi perseguido e baleado em seu carro. – consequentemente nunca mais escreveu uma palavra sobre o assunto, que morreu tão rápido quanto o alarde que causou nos conselhos de medicina. Todo o resquício de informação restante foi apagado de jornais, revistas e artigos pelo então conselho da AMA (American Medical Association), Morris Fishbein, desligado em 1949 por pressões e revoltas das delegações médicas.
Por que não pesquisaram sobre isso mais tarde? Os laboratórios foram proibidos pelo governo de realizar testes e exames clínicos com o que pouco ainda se sabia da provável cura do Câncer. Até mesmo os integrantes da equipe foram ridicularizados na mídia e escandalizados como mentirosos e charlatães. Daí então, restou o silêncio que paira até os dias de hoje sobre a cura para essa doença internacionalmente conhecida.
Voltando mais um pouco na história, no fim do século XIX, dois famosos pesquisadores – Pasteur e Bechamp – se contrapunham no chamado pleomorfismo (ocorrência de mais de uma forma distinta de organismo em um único ciclo de vida). Enquanto Bechamp acreditava que bactérias poderiam mudar sua forma, Pasteur defendia que não. Só em 1914 que o Instituto Pasteur confirmou a afirmação de Bechamp, que dizia, além da mudança de forma da bactéria, que ela poderia reduzir seu tamanho de forma a ser impossível enxergá-la por super lentes. Isso era inadmissível para a indústria médica e farmacêutica do século XX, mesmo com a veracidade comprovada pelo Instituto Pasteur. Está aí um agravante a descrença da cura do Câncer, 20 anos mais tarde, facilitando o encobrimento das provas de Smithsonian e de sua equipe.
Enquanto a cura estava sendo testada, um dos médicos relatou que um paciente de Chicago estava em estado terminal com um tumor maligno que encobria toda a face e pescoço.
“Era inacreditável como ainda estava vivo, pois o Câncer se alastrou de forma a “apodrecer” uma das pálpebras. Porém seis meses depois, quase que de forma milagrosa, a única coisa que restava era uma pinta escura em um dos lados da face, que parecia que cairia naturalmente a qualquer momento, não restando uma mancha. Fishbein ouviu esse caso e chamou o ex-paciente para uma ‘conversa’. Pouco tempo se passou e fui convidado com mais alguns colegas a jantar com um empresário da Califórnia que queria comprar a invenção da cura do Câncer. Não queríamos vendê-la de forma alguma, até porque não precisávamos de propaganda – o alarde já se espalhava pelo país. Resultado: um ano depois eu estava quebrado e com ações ajuizadas contra mim, por operar ‘sem licença’. Me pergunto que licença era essa.”
A cabeça por trás de Smithsonian chamava-se Royal Raymond Rife. Eles trabalhavam juntos e tinham uma amizade forte. “Roy” trabalhou na marinha durante a Primeira Guerra Mundial como investigador de laboratórios bacteriológicos na Europa. Por volta dos anos vinte ele construiu seu próprio microscópio, além de instrumentos que permitiriam-no destruir eletronicamente grupos de micro-organismo patológicos específicos. Inventou, também, formas de destruir vírus com raios de luz, o que o possibilitou construir outro microscópio com frequências de luz que coordenariam os componentes químicos do micro-organismo em estudo. Essa pesquisa chegou ao público em 1929, já sete anos depois no início dos seus estudos da cura do Câncer.
Após se juntar ao doutor Arthur Kendall e ao doutor Milbank Johnson, a equipe elaborou o microscópio mais potente para análises patológicas da época, segundo o Los Angeles Times, em novembro de 1931. A capacidade de aumento era de 17.000 vezes, em contrate com 2.000 vezes um microscópio ordinário daqueles tempos. Essa invenção foi contestada por muitos, já que desafiava os limites ópticos conhecidos. O mesmo artigo dizia que essa mesma invenção extraordinária poderia ser capaz de estudar germes que produziam mais de 50 tipos de doenças, cujas causas eram desconhecidas.
Com o feixe de luz polarizada acoplada ao microscópio, os pesquisadores já tinham conseguido eliminar a bactéria do Tifo, os vírus da Herpes e do Câncer, além de muitos outros vírus animais. No final de 1931, ao receber uma massa cancerígena, os médicos encontraram um vírus desconhecido que estava causando o tumor maligno. Em um de seus testes, ao injetar um pouco da massa em um tubo com gás argônio ativado por uma corrente elétrica, percebeu que a aparência do vírus estava mudando, depois de 24 horas naquele estado. Ao relatar a sua cor arroxeada, percebeu que a cura do Carcinoma estava descoberta. Ele repetiu esse teste 104 vezes, todos com sucesso.
A pesquisa levou a conclusão que o micro-organismo do Câncer possuía quatro formas, dentre elas, a Carcinoma e a Sarcoma. Mais 400 testes foram realizados para destruir o micro-organismo e, mais uma vez, tudo com sucesso. Quem de fato chegou a publicar o artigo foi Smithsonian, da equipe de Roy, que foi morto ainda em 1932.
Fontes e mais informações:
LYNES, B. Royal Raymond Rife and the Cancer Cure that workedSupressed Inventions and Other Discoveries
Reações:

0 comentários:

Postar um comentário