31 de jul de 2014

Economista afirma que economia está sendo destruída e Brasil caminha para ‘o fim’

Infelizmente a economia brasileira não anda “bem das pernas” e diversos especialistas apontam um futuro ainda pior, principalmente em caso de reeleição de Dilma, o caso mais recente, que aliás foi duramente combatido pelo PT e seus “soldados” foi o caso do banco Santander, que divulgou um informe para alguns clientes informando sobre o “mal tempo” para a economia brasileira em caso de Dilma vencer as eleições em outubro. Lula chegou a dizer que a analista responsável pela nota não entende p* nenhuma de Brasil e sinalizou a para que o banco demitisse a funcionária, pedido que parece ter sido atendido pela diretoria do banco, que informou que os responsáveis pelo informe serão responsáveis e que a nota não reflete a opinião do Santander.
 Outro caso bastante comentado e atacado pelo PT é a análise discorrida abaixo:
A “Estagflação” descreve uma economia que conjugue um fraco crescimento econômico e uma inflação elevada, que muitas vezes, acompanha-se de um nível elevado de desemprego.
Texto de: Aluizio Amorim
Vendo e ouvindo tudo o que está ocorrendo no que se relaciona à política econômica do governo do PT, mormente depois que foi dada a guinada bolivariana, há realmente sérios motivos para que os brasileiros fiquem super preocupados.

A palestra é técnica, calcada em análise estritamente econômica com base nos números, fato que abstrai qualquer víés ideológico e/ou partidário.
E não poderia ser diferente. Profissionais do mercado que orientam empresas e investidores focam suas análises em termos rigidamente técnicos baseados exclusivamente em dados concretos.
As previsões que emergem da realidade da política econômica levada a efeito pelos governo do PT são dramáticas e se refletem, como não poderia deixar de ser, no âmbito da política. E não é para menos que os humores do mercado variem ao sabor de pesquisas eleitorais. Isto não é um capricho ou uma preferência política e/ou ideológica dos agentes econômicos. É a realidade dos fatos!
Portanto, está aí para que os leitores possam aproveitar esta palestra muito bem elaborada que faz um raio X completo da real situação econômica do Brasil, depois que os fundamentos da economia criados pelo Plano Real foram detonados pelos governos do Lula e da Dilma.
O palestrante está preocupado na orientação técnica no que respeita exclusivamente os interesses de empresas e investidores, mas como alertei, é impossível afastar o componente político. Isto quer dizer, em outras palavras, que votar no PT é, no mínimo, um ato suicida!
A situação econômica do Brasil é assustadora!
As ofensivas do PT e do governo contra o Santander e a Empiricus Research são o tema mais comentado no mercado financeiro nos últimos dias. Os bancos e as casas de análise estão assustados com toda a repercussão dos casos e agora não se sentem mais confortáveis em falar sobre o governo, com medo de represálias.
Por ordem da Justiça Eleitoral, a campanha da Empiricus que envolvia Dilma teve que ser tirada do ar. Já petistas dizem que a funcionária responsável pelo relatório do Santander será demitida.
Felipe Miranda, co-fundador e analista da Empiricus e autor do relatório“O Fim do Brasil”, que gerou toda a polêmica com o governo, afirmou, em entrevista ao InfoMoney, que tudo isso que está acontecendo é muito grave e ameaça a liberdade de expressão no país. “Eu fiquei decepcionado e triste em ter a liberdade expressão cerceada por um governo que não aceita críticas. Pelo que parece, hoje é proibido dar opinião. Muito ruim e muito triste tudo isso”, diz.
O analista afirmou ainda que, caso a funcionária do Santander seja mesmo demitida, ela pode ir fazer uma entrevista para trabalhar na Empiricus – afinal, ela já teria mostrado ser corajosa e ética. “Claro que uma contratação não passa apenas pelo boa ética, que ela já mostrou ter, mas sou totalmente simpático a esta ideia”, afirmou.
O que segue é parte do texto do site InfoMoney, que entrevistou o co-fundador da Empiricus Research, o autor do relatório analítico da economia brasileira intitulado “O Fim do Brasil”.
IM: Depois destes episódios recentes e particularmente com a decisão da Justiça de mandar tirar a campanha do ar da Empiricus, você acha que a liberdade de expressão, de forma geral, está ameaçada?
FM: Sim, com certeza. O que você viu com o Santander e com a gente foi uma censura muito grave. Agora os bancos, em geral, já estão adotando novos procedimentos para se relacionar com seus clientes a respeito de eleições. Então a liberdade de expressão já está prejudicada gravemente. Isso é algo muito sério e preocupante para o nosso país.
IM: Era essa a intenção do governo em sua opinião? Você acha que tem um terror que inibe as pessoas e instituições a fazerem críticas?
FM: Esse é um governo que já provou não aceitar críticas. E quem não aceita críticas não caminha para frente. Só ouvindo elogios e censurando as críticas, como eles terão um bom diagnóstico da situação? Tem que ouvir e admitir os erros, afinal, ficar só se elogiando e barrando o resto é fácil.
IM: O que você tem a dizer da declaração em que o Lula diz que “a analista do Santander não entende porra nenhuma do Brasil”?
FM: Eu sabia que o Lula sabe tudo sobre o país, sobre o continente, sobre o planeta e sobre a galáxia, mas não sabia que ele entende mais de ações do que uma analista que estudou isso a vida inteira.
IM: Há boatos (não confirmados pelo banco, mas sim vindos do PT) de que uma pessoa, que foi a responsável pelo relatório, foi demitida. Se for verdade, o que você acha disso?
FM: Um grande absurdo. A analista não fez nada. O que estava escrito no relatório era uma simples decorrência lógica do que tem acontecido e que todo o mercado já sabe. Se o banco a demitiu, isso prova que a instituição é governada por outros interesses, e não apenas em prol dos clientes. O cliente agora ficou na mão e não foi priorizado. A analista teve uma atitude louvável e se ela foi demitida eu poderia até estudar sobre ela vir trabalhar aqui. Claro que uma contratação não passa apenas pela boa ética, que ela já mostrou ter, mas sou totalmente.

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