Na
última segunda-feira (13), a ONG norte-americana Human Rights Watch
denunciou uma barbárie na guerra civil da Síria, onde muçulmanos de
maioria sunita lideram a revolta, enquanto o presidente Bashar
al-Assad - cuja família governou durante mais de quatro décadas – recebe
o apoio do núcleo de seu próprio ramo alauíta, uma ramificação do
islamismo xiita
No vídeo, Abu Sakkar, um dos fundadores do grupo rebelde Farouq Brigad, corta coração de um soldado e o come.
As fortes
imagens provocaram indignação não só entre partidários de Assad, mas
também preocupação entre grupos de defesa dos direitos humanos.
“Juro
por Deus que vamos comer seus corações e seus fígados, soldados do cão
Bashar”, diz o homem no vídeo, segundo o grupo de direitos humanos.
Peter
Bouckaert, da organização mundial de direitos humanos, afirmou ter visto
uma cópia original do vídeo, não editada, onde antes de morder o
coração, o rapaz instrui seus homens a “abaterem os alauítas e a
retirarem seus corações para comê-los”.
“A
mutilação dos corpos dos inimigos é um crime de guerra. Mas a questão
ainda mais grave é a rápida adoção de uma retórica sectária e de
violência”, ressaltou.
Abu Sakkar
já foi visto em vídeos anteriores disparando foguetes em aldeias xiitas
na fronteira com o Líbano e posando com o corpo de um soldado
supostamente do grupo xiita Hezbollah, que está ajudando as forças de
Assad
Fonte: BBC
FSA Insurgent Eats Heart of Syrian Soldier
http://telacrente.org/page/3/

